quinta-feira, 7 de julho de 2011

ESTUDO LIGA FERTILIZAÇÃO IN VITRO APÓS OS 35 ANOS A RISCO DE DOWN

Droga usada em tratamento afetaria material genético no interior do óvulo, sugerem cientistas.

Estudo envolveu 34 casais (Foto: BBC)
 Remédios usados em tratamentos de fertilização In vitro (FIV) em mulheres mais velhas podem aumentar os riscos de que elas tenham bebês com Síndrome de Down, dizem especialistas.
Os cientistas já sabem que os riscos de uma mulher ter um filho com a condição aumentam em proporção direta à idade da mãe, especialmente a partir dos 35 anos de idade.

Agora, após um estudo pequeno envolvendo 34 casais, pesquisadores da Grã-Bretanha e Alemanha dizem suspeitar de que determinadas drogas usadas para estimular os ovários na FIV em mulheres mais velhas afetem o material genético dentro dos óvulos.

O estudo foi apresentado durante uma conferência da European Society of Human Reproduction and Embryology em Estocolmo, na Suécia.

A equipe, do London Bridge Fertility, Gynaecology and Genetics Centre, em Londres, Inglaterra, e da Universidade de Bonn, na Alemanha, disse que serão necessárias mais investigações para confirmar sua hipótese.

Os pesquisadores dizem também não saber ao certo qual seria a magnitude do risco, mas acreditam que os remédios podem estar associados a outras anomalias genéticas.

A Síndrome de Down, também conhecida como Trissomia 21, é um distúrbio genético resultante da presença de três cópias do cromossomo 21 em vez de duas. Toda célula de um indivíduo com a condição contém 47 cromossomos em vez de 46.

A condição é caracterizada por problemas de desenvolvimento mental e físico.


Estudo
Os 34 casais participantes haviam recorrido à técnica mais comum de reprodução assistida, a FIV.

Todas as mulheres do grupo tinham mais de 31 anos e tomaram remédios que estimulam os ovários a liberar óvulos para a FIV.

Ao analisar os óvulos já fertilizados, os cientistas verificaram que alguns deles apresentavam erros genéticos.
As anomalias encontradas poderiam resultar no fim da gravidez (por aborto natural) ou em nascimentos de bebês com distúrbios genéticos.

Uma análise mais detalhada de cem dos ovos que continham anomalias revelou que a maioria dos erros genéticos envolviam duplicações de cromossomos.

Frequentemente, o erro resultou em uma cópia extra do cromossomo 21.

No entanto, os pesquisadores encontraram nos ovos fertilizados in vitro padrões de erros genéticos diferentes, e mais complexos, daqueles encontrados em casos clássicos de Síndrome de Down observados em bebês de mães mais velhas que engravidam naturalmente.

Isto levou os pesquisadores a suspeitar de que o tratamento de FIV seria o responsável.

'Isto pode ser um indício de que a estimulação dos ovários estaria provocando alguns desses erros', disse Alan Handyside, diretor do London Bridge Fertility, Gynaecology and Genetics Centre e chefe do estudo.

'Já sabemos que esses remédios de fertilidade podem ter um efeito similar em estudos de laboratório. Mas precisamos trabalhar mais para confirmar nossas descobertas.'

Se mais testes confirmarem a hipótese da equipe, pode ser que médicos sejam mais cuidadosos ao recomendar esse tipo de tratamento, disse Handyside.

O grupo disse esperar que seu estudo possa também ajudar a identificar que mulheres se beneficiariam mais de técnicas de reprodução assistida que utilizam ovos doados em vez da FIV.

Outro cientista envolvido no estudo, Joep Geraedts, da Universidade de Bonn, disse:
'Isto (este estudo) já é um grande passo adiante que ajudará casais que têm esperanças de uma gravidez e nascimento saudáveis a alcançar isso'.


Repercussão
Comentando o estudo, o especialista britânico em fertilidade Stuart Lavery, médico do Queen Charlotte's Hospital, em Londres, disse:
'Há um grande aumento no número de mulheres com idade mais avançada se submetendo a tratamentos por FIV.'

'Anteriormente, achávamos que essas anomalias nos cromossomos estavam associadas à idade do ovo.'

'O que esse trabalho mostra é que muitas das anomalias não são aquelas convencionalmente associadas à idade. (O estudo) aumenta a preocupação de que algumas das anomalias estejam relacionadas ao tratamento'.

'Não está muito claro se a medicação em si estaria afetando a qualidade do óvulo ou se a medicação estaria apenas reforçando o problema e excluindo óvulos que o sistema de controle de qualidade da natureza teria descartado (no processo natural de engravidamento).'


FONTE: GLOBO.COM em 07/07/2011 - REPORTAGEM DA BBC BRASIL



* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

DESENHO ANIMADO: ASL ALPHABET


*Lembrando que aqui ele utiliza o alfabeto manual americano (que é bem parecido com o nosso) mas não o brasileiro. Não confundam!!!

MARLEE MATLIN IN RED CROSS PROMOTE

DAVID ARMAND - "ETERNAL FLAME"

PÁTRIA AMADA BRASIL...


Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil, realmente parece que é um vício falar mal do Brasil. Todo lugar tem seus pontos positivos e negativos, mas no exterior eles maximizam os positivos, enquanto no Brasil se maximizam os negativos. Aqui na Holanda, os resultados das eleições demoram horrores porque não há nada automatizado.


Só existe uma companhia telefônica e pasmem: Se você ligar reclamando do serviço, corre o risco de ter seu telefone temporariamente desconectado.

Nos Estados Unidos e na Europa, ninguém tem o hábito de enrolar o sanduíche em um guardanapo - ou de lavar as mãos antes de comer. Nas padarias, feiras e açougues europeus, os atendentes recebem o dinheiro e com mesma mão suja entregam o pão ou a carne.

Em Londres, existe um lugar famosíssimo que vende batatas fritas enroladas em folhas de jornal - e tem fila na porta.

Na Europa, não-fumante é minoria. Se pedir mesa de não-fumante, o garçom ri na sua cara, porque não existe. Fumam até em elevador.

Em Paris, os garçons são conhecidos por seu mau humor e grosseria e qualquer garçom de botequim no Brasil podia ir pra lá dar aulas de 'Como conquistar o Cliente'.

Você sabe como as grandes potências fazem para destruir um povo? Impõem suas crenças e cultura. Se você parar para observar, em todo filme dos EUA a bandeira nacional aparece, e geralmente na hora em que estamos emotivos.

Vocês têm uma língua que, apesar de não se parecer quase nada com a língua portuguesa, é chamada de língua portuguesa, enquanto que as empresas de software a chamam de português brasileiro, porque não conseguem se comunicar com os seus usuários brasileiros através da língua Portuguesa.

Os brasileiros são vitimas de vários crimes contra a pátria, crenças, cultura, língua, etc... Os brasileiros mais esclarecidos sabem que temos muitas razões para resgatar suas raízes culturais.

Os dados são da Antropos Consulting:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5.. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. O mercado de telefones celulares do Brasil é o segundo do mundo, com 650 mil novas habilitações a cada mês.
9. Na telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
10. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO- 9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
11. O Brasil é 1º maior mercado de jatos e helicópteros executivos do mundo.
Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?
1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?
3. Que suas agências de publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?
6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?
7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem?

Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando..

É! O Brasil é um país abençoado de fato.
Bendito este povo, que possui a magia de unir todas as raças, de todos os credos.
Bendito este povo, que sabe entender todos os sotaques.
Bendito este povo, que oferece todos os tipos de climas para contentar toda gente.
Bendita seja, querida pátria chamada
Brasil!!


*Dizem que esse texto foi escrito por uma holandesa, mas não sei de fato quem foi o autor. Independente de quem o escreveu, o texto revela uma realidade nossa e isso é que mais impressiona

sexta-feira, 1 de julho de 2011

LABIRINTITE

 

Labirintite é um termo popular, usado geralmente referindo-se aos distúrbios do labirinto, órgão responsável pelo equilíbrio e audição. Na verdade, o termo labirintite geralmente é usado incorretamente, para generalizar as doenças do labirinto, porque labirintite significaria infecção do labirinto, não sendo essa as características das labirintopatias, mas as labirintopatias podem virem não somente de labirintites, como também de outras infecções do ouvido, e outros distúrbios, portanto, são várias as causas das labirintopatias. Às vezes tonturas e vertigens podem significar o primeiro sinal de alguma doença importante. O equilíbrio corporal, permite que o corpo se mantenha parado de modo estável, ou em movimento de maneira harmônica e precisa. 

Desta maneira, nos sentimos seguros e confortáveis em relação ao nosso corpo no espaço e nos integramos fisicamente e emocionalmente ao ambiente que nos circunda. Em linhas gerais, o equilíbrio corporal depende do funcionamento do labirinto e de sua complexa rede de comunicação com os sistemas ocular, proprioceptivo (a sensação que temos do nosso próprio corpo) e com o sistema nervoso central. 

Nosso ouvido possui dois componentes distintos: a cóclea, que é responsável pela nossa audição, e o vestíbulo, que é responsável pelo nosso equilíbrio. Juntos, cóclea e vestíbulo formam o labirinto. Labirintite é um termo popular usado geralmente referindo-se aos distúrbios do labirinto. Porém, o termo correto para as doenças do labirinto é labirintopatia, sendo a labirintite uma das labirintopatias de origem infecciosa. 

O comprometimento do labirinto vai provocar sintomas como tonturas, desequilíbrio, surdez ou zumbido. Tontura é a sensação errônea de movimento do nosso corpo em relação ao ambiente ou deste em relação ao nosso corpo. Quando esta sensação adquire características rotatórias, chamamos de vertigem.

Muitas vezes, os quadros de vertigens são acompanhados de náuseas e vômitos, e quando muito intensos, uma sensação angustiante de morte iminente. São várias as causas das labirintopatias. Às vezes tonturas e vertigens, podem significar o primeiro sinal de alguma doença importante. Nosso ouvido é um consumidor voraz de energia e depende de suprimento constante de açúcar e oxigênio. Qualquer fator que impeça a chegada ou o consumo adequado desses elementos pode gerar tontura. Entre as inúmeras causas de tonturas e vertigens podemos citar:

• Doenças próprias do ouvido e do labirinto.
• Doenças pré-existentes como diabetes, hipertensão, reumatismos, etc.
• Utilização de drogas que chamamos ototóxicas, como alguns antibióticos e antiinflamatórios, que alteram as funções do ouvido.
• Alterações bruscas da pressão barométrica, como no mergulho e nos aviões.
• Infecções por vírus ou bactérias.
• Alterações do metabolismo orgânico.
• Hábitos, como o excesso de doces, cafeína, tabagismo, drogas como: álcool,maconha,tabagismo e etc.
• Arteriosclerose.
• Traumas sonoros.
• Problemas de coluna cervical e articulação da mandíbula.
• Stress e problemas psicológicos.
• Traumatismos na cabeça. 

O tratamento pode ser dividido em três fases: tratamento dos sintomas, tratamento da causa, e reabilitação do labirinto. O tratamento dos sintomas consiste em aliviar a tontura. Para isso são utilizados medicamentos sedativos, e repouso quando necessários. Existem várias drogas hoje disponíveis que agem de maneiras diferentes, assim o médico irá prescrever o melhor medicamento para cada caso. 

O tratamento da causa é aquele que investiga e trata o problema que gerou a doença do labirinto. O tratamento sintomático produz alívio dos sintomas, mas eles podem voltar se sua etiologia não for tratada. Após confirmação do diagnóstico, o médico inicia o tratamento, que pode ser feito pelo otorrinolaringologista ou outro especialista, de acordo com o problema apresentado. A reabilitação é o tratamento fisioterápico da tontura, que pode ser utilizado com ou sem uso de medicamentos. São realizadas manobras de posicioname?aznto e movimentação da cabeça por um especialista. A melhor maneira de prevenir as labirintopatias é ter uma vida saudável:

• Evite os maus hábitos. Conforme já vimos, o cigarro, o álcool e o excesso de cafeína, podem influenciar negativamente na tontura e no zumbido.
• Faça exercícios físicos. Está cientificamente provado que o exercício bem indicado melhora os níveis de colesterol e triglicérides no sangue, diminui o risco de doenças cardíacas, previne a obesidade e fortalece a musculatura. Você evita problemas metabólicos e, portanto a tontura. A caminhada é uma boa opção.
• Fracione a sua dieta. Procure alimentar-se a cada três horas, evitando grandes quantidades de comida. O excesso de sal e açúcar não são recomendados. Abuse das frutas, legumes, e verduras.
• Tome muito líquido. São recomendados dois litros de água por dia. A maior filtração renal elimina as toxinas acumuladas pelo organismo.
• Relaxe. O stress piora qualquer condição orgânica, inclusive a tontura. Procure ter alguns momentos reservados para o seu lazer. E por fim, procure sempre um médico, em caso de tontura, zumbido ou vertigem. Evite a automedicação, pois por trás desses sintomas, pode estar uma doença importante, que deve ser tratada adequadamente. 


Nota.
Segundo especialistas em doenças do labirinto, as doenças que afetam este aparelho auditivo, em sua complexidade, são em torno de 400 doenças, que podem occorrer no labirinto, daí a dificuldade para se tratar doenças do labirinto, com sucesso total.


FONTE: http://www.clicartigo.hd1.com.br




* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.

ESTUDO PÕE EM DÚVIDA A RELAÇÃO DA CAFEÍNA COM O SURGIMENTO DO ZUMBIDO


Pesquisa revela que abstinência de cafeína não resolve o problema de zumbido e sua falta pode até agravar doença


Uma nova pesquisa realizada pelo Centro de Estudos de Audição e Equilíbrio da Universidade de Bristol descobriu que desistir de cafeína não alivia o zumbido agudo e que essa retirada da cafeína pode aumentar o problema. Este estudo é o primeiro de seu tipo a olhar para o efeito do consumo de cafeína sobre o zumbido.
Pesquisadores realizaram o primeiro estudo pseudo-aleatório controlado por placebo da gradual retirada da cafeína e de sua abstenção para testar uma ligação entre o consumo de cafeína e o zumbido. O objetivo da análise foi o de fornecer evidências de práticas terapêuticas para os que sofrem com o zumbido. 

Cerca de 66 voluntários que apresentaram zumbido e geralmente consumiam pelo menos 150 mg de cafeína por dia, participaram de uma experimentação durante 30 dias. Seu habitual chá com cafeína e café foi substituído por dois outros produtos, seguindo duas condições. Na primeira houve consumo de cafeína habitual, seguido de uma retirada gradual, e na segunda houve retirada gradual seguido por reintrodução usual do consumo de cafeína.
O estudo foi projetado de modo que os participantes não soubessem dessas condições. Eles sabiam que iriam receber cafeína em alguns dias, mas não sabiam em qua datas isso ocorreria. Os participantes eram obrigados a preencher um questionário para medir seu nível de zumbido três vezes durante o estudo - no início, depois de ficarem sem a cafeína durante dez dias e depois de terem consumido a sua quantidade normal de cafeína por dez dias. Os participantes também mantiveram um registro muito breve de seus sintomas do zumbido a cada dia. 

"Com quase 85 % dos adultos no mundo que consomem diariamente cafeína, queríamos contestar a alegação de que a cafeína torna o zumbido pior. Muitos profissionais apóiam a retirada da cafeína como uma terapia do zumbido, apesar de haver falta de qualquer prova relevante e, na verdade, os sintomas agudos da retirada da cafeína podem até fazer piorar o zumbido" , disse Lindsay St. Claire, conferente sênior no Centro de Estudos da Audição e Equilíbrio da Universidade de Bristol, e investigadora principal do estudo. "Muitas outras restrições alimentares são requeridas para aliviar o zumbido sem o apoio de estudos controlados. Mais um trabalho nessa área seria de grande benefício para as pessoas com zumbido e para seus médicos." 

"Por muitos anos tem havido uma crença comum de que a cafeína é um agravante dos principais sintomas do zumbido, embora haja muito pouca evidência para apoiar isso. Só no Reino Unido, estima-se que para mais de meio milhão de pessoas, o zumbido tenha um efeito negativo sobre a sua qualidade de vida" , acrescentou a chefe do Departamento de Pesquisa de Surdez no Reino Unido, Vivienne Michael. "Este papel relata uma nova análise detalhada dos efeitos do consumo de cafeína, da abstinência e da severidade dos sintomas de zumbido. Ele fornece a primeira evidência experimental para contestar a teoria de que a cafeína provoca ou agrava o zumbido."

FONTE: http://www.isaude.net/


* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.

8 CONSELHOS PARA MANTER UMA BOA AUDIÇÃO

fones de ouvido


Nas ruas é comum encontrarmos pessoas usando óculos, mas não é isso o que acontece no caso da deficiência auditiva. Apenas 40% das pessoas com problemas de audição reconhecem que ouvem mal. A falta de informação e o preconceito fazem com que a maioria demore, em média, seis anos para tomar uma providência. Mas como prevenir a surdez? A fonoaudióloga Isabela Gomes, da Telex Soluções Auditivas, analisa os problemas causados pela poluição sonora e deixa alguns conselhos importantes.

1 – Já se constata que a perda auditiva está começando a surgir mais cedo entre moradores de grandes cidades. O grave problema da poluição sonora piora a cada dia. O trânsito é o grande vilão. Além de incômodo, o barulho afeta a saúde física e psicológica, gerando estresse, ansiedade, aumento da pressão sanguínea. Quando o ruído é intenso e prolongado, pode causar também perda de audição. Enquanto as autoridades ainda falham na fiscalização a ônibus, carros e caminhões, uma das soluções mais baratas e inteligentes é usar protetores de ouvido.

2 – Em uma sociedade onde TV, rádio, aparelhos de som e jogos de vídeogame fazem parte do dia-a-dia, as ameaças aos ouvidos estão em toda a parte. O nível de barulho em nossa casa também tem grande impacto na audição. Respeitar os limites de decibéis recomendados por especialistas é importante, não só em respeito aos vizinhos, mas em benefício da própria saúde. A exposição contínua a ruídos superiores a 50 decibéis pode causar perda progressiva da audição.

3 – Toda mãe já conhece o teste do pezinho, mas e o da orelhinha? Tão importante quanto o primeiro exame, o teste da orelhinha é realizado para detectar problemas de audição do bebê. É rápido, indolor, não fura a orelha do bebê e pode ser realizado após as primeiras 24 horas de vida da criança, na própria maternidade. Quanto mais cedo forem diagnosticados problemas de audição, menores serão as conseqüências da perda auditiva, como atraso e dificuldades na fala, por exemplo.

4 – Existem evidências de que a perda de audição seja a deficiência mais comum em crianças infectadas congenitamente pela rubéola. A busca de tratamento deve ocorrer rapidamente. É necessário realizar teste auditivo e outros exames médicos. A partir daí, avalia-se o tipo de tratamento a ser utilizado e que deve estar adaptado às necessidades específicas de cada criança.

5 – Nem sempre um estudante desatento nas aulas é desinteressado. Essa criança pode simplesmente apresentar problemas de audição. Com dificuldades para ouvir, não consegue aprender direito. Costuma ter conflitos de relacionamento e apresentar distúrbios de comportamento, como falta de concentração ou retraimento em excesso. Está comprovado que alunos com problemas de audição têm um rendimento escolar inferior e muitos repetem de ano.

6 – Se você quer pilotar embalado pelo ronco de sua moto por muitos e muitos anos, vale à pena proteger seus ouvidos. O excesso de barulho do motor pode afetar a saúde auditiva. Estudo do Instituto Nacional de Surdez e Outras Doenças de Comunicação, dos EUA, constatou que uma moto emite ruídos em torno de 95 decibéis (dB). Especialistas alertam que ruídos acima de 85 dB podem causar alterações na estrutura interna do ouvido e perda permanente de audição. O problema é mais agudo quanto maior for o barulho e o tempo de exposição do piloto ao excesso de ruído. O melhor é usar protetores auticulares.

7 – A maioria das pessoas experimenta algum grau de perda auditiva a partir dos 40 anos, por causa do envelhecimento natural do corpo, mas muitos não admitem a surdez. Trazer à tona o problema é a melhor coisa a fazer. Familiares e amigos podem oferecer apoio importante. O tratamento da surdez, geralmente com próteses auditivas, resulta em melhoras significativas na qualidade de vida do indivíduo tratado.

8 – Ao desconfiar que seu filho ou você mesmo sente alguma dificuldade para ouvir, consulte logo um especialista, que irá avaliar a causa, o tipo e o grau da perda de audição. A partir do resultado de testes como o de audiometria, pode ser indicado o tratamento mais adequado. Muitas vezes, o uso de aparelho auditivo resolve o problema. A audição é muito importante em nossas relações, em nosso dia-a-dia, e atualmente os aparelhos são muito discretos, não ofendem a vaidade de quem os usa. Então, por que não pensar no assunto e fazer logo um exame?


FONTE: http://vidaequilibrio.com.br


* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.

POLUIÇÃO SONORA

Poluição Sonora: prejuízos para sua saúde (informações, doenças e efeitos na audição)

Existe, na natureza, um equilíbrio biológico entre todos os seres vivos. Nesse sistema em equilíbrio os organismos produzem substâncias que são úteis para outros organismos e assim sucessivamente.

Poluição:
A poluição vai existir toda vez que resíduos (sólidos, líquidos ou gasosos) produzidos por microorganismos, ou lançados pelo homem na natureza, forem superior à capacidade de absorção do meio ambiente, provocando alterações na sobrevivência das espécies. A poluição pode ser entendida, ainda, como qualquer alteração do equilíbrio ecológico existente.

A poluição é essencialmente produzida pelo homem e está diretamente relacionada com os processos de industrialização e a conseqüente urbanização da humanidade. Estes são os dois fatores contemporâneos que podem explicar claramente os atuais índices de poluição. Os agentes poluentes são os mais variáveis possíveis e são capazes de alterar a água, o solo, o ar, etc.

Poluição é, portanto, uma agressão à natureza, ao meio ambiente em que o homem vive. Os efeitos da poluição são hoje tão amplos que já existem inúmeras organizações de defesa do meio ambiente.

Poluição sonora:
Poluição Sonora é qualquer alteração das propriedades físicas do meio ambiente, causada por som puro ou conjugação de sons, admissíveis ou não, que direta ou indiretamente seja nociva à saúde, segurança e ao bem. O som é a parte fundamental das atividades dos seres vivos e dos elementos da natureza.

Cada um tem um significado específico, conforme as espécies de seres vivos que os emitem, ou que conseguem percebê-los. Os seres humanos, além dos sons que produzem para se comunicar e se relacionar, como as palmas, voz, assobios e passos, também produzem outros tipos de sons, decorrentes de sua ação de transformação dos elementos naturais.

História:
Há cerca de 2500 anos a humanidade conhece os efeitos prejudiciais do ruído à saúde. Existem textos relatando a surdez dos moradores que viviam próximos às cataratas do Rio Nilo, no antigo Egito.

O primeiro decreto que se conhece para a proteção humana contra o ruído no Brasil é de 6 de maio de 1824, no qual se proibia o ‘ruído permanente e abusivo da chiadeira dos carros dentro da cidade’, estabelecendo multas que se transformavam em 50 açoites quando o infrator era escravo.

Diferenças de ‘outras poluições’:
A poluição sonora difere bastante da poluição do ar e da água quanto aos seguintes aspectos:
* O ruído é produzido em toda parte e, portanto, não é fácil controlá-lo na fonte como ocorre na poluição do ar e da água;
* Embora o ruído produza efeitos cumulativos no organismo, do mesmo modo que outras modalidades de poluição, diferencia-se por não deixar resíduo no ambiente tão logo seja interrompido;
* Diferindo da poluição do ar e da água, o ruído é apenas percebido nas proximidades da fonte;
* Não há interesse maior pelo ruído, nem motivação para combatê-lo; o povo é mais capaz de reclamar e exigir ação política acerca da poluição do ar e da água do que a respeito do ruído;
* O ruído, ao que parece, não tem mais efeitos genéricos, como acontece com certas formas de poluição do ar e da água, a exemplo da poluição radioativa. Entretanto, o incômodo, a frustração, a agressão ao aparelho auditivo e o cansaço geral causados pela poluição sonora podem afetar as futuras gerações.

Som:
O som é um fenômeno físico ondulatório periódico, resultante de variações da pressão num meio elástico que se sucedem com regularidade.

O som pode ser representado por uma série de compressões e rarefações do meio em que se propaga, a partir da fonte sonora. Não há deslocamento permanente de moléculas, ou seja, não há transferência de matéria, apenas de energia.

A ação perturbadora do som depende:
* De suas características, como intensidade e duração;
* Da sensibilidade auditiva, variável de pessoa para pessoa;
* Da necessidade de concentração, como estudar;
* Da fonte causadora, que pode ser atrativa, como uma discoteca.

Nas ruas:
O trânsito é o grande causador do ruído na vida das grandes cidades. As características dos veículos barulhentos são o escapamento furado ou enferrujado, as alterações no motor e os maus hábitos ao dirigir (acelerações e freadas bruscas e o uso excessivo de buzina).

Nas residências:
Condicionadores de ar, batedeiras, liquidificadores, enceradeiras, aspiradores, máquinas de lavar, geladeiras, aparelhos de som, televisores, secadores de cabelo e tantos outros eletrodomésticos que podem estar presentes numa mesma residência, funcionando simultaneamente e somando seus indesejáveis decibéis.

Nas indústrias:
Em alguns países europeus, como a Suécia e a Alemanha, onde os dados estatísticos retratam fielmente a realidade, é impressionante o número de operários que, nas indústrias, devido ao ruído, vêm sofrendo perda de audição.

Visando a proteção dos trabalhadores das fábricas, em 1977 os Estados Unidos estabeleciam o ruído máximo de 90 dB para a duração diária de 8 horas. Verificou-se com a adoção desse limite, um quinto dos operários ficava sujeito a deficiências auditivas. Por isso a Holanda e outros países baixaram o limite para 80 dB.

Danos à audição:
A perda total de audição pode acontecer se a pessoa fica sujeita diariamente, durante 8 horas seguidas, a sons com intensidade superior a 85 dB. O ruído de 140 dB pode destruir totalmente o tímpano.

Quando o nível de ruído atinge 100 dB pode causar trauma auditivo e a conseqüente surdez. Ao nível de 120 dB, além de lesar o nervo auditivo, provocam, no mínimo, zumbido constante nos ouvidos, tonturas e aumento do nervosismo.

Limites:
Ruído com intensidade de até 55 dB não causa nenhum problema.
Ruídos de 56 dB a 75 dB pode incomodar, embora sem causar danos à saúde.
Ruídos de 76 dB a 85 dB pode afetar a saúde, e acima dos 85 dB a saúde será afetada, a depender do tempo da exposição. Uma pessoa que trabalha 8 horas por dia com ruídos de 85 dB terá, fatalmente, após 2 anos, problemas auditivos.

Trauma acústico:
Embora esta denominação seja polêmica, adota-se o conceito de trauma acústico como sendo a perda auditiva de instalação repentina, causada pela perfuração do tímpano, acompanhada ou não da desarticulação dos ossículos do ouvido médio, ocorrida geralmente após a exposição a barulhos de impacto, de grande intensidade (tiro, explosão), com grandes deslocamentos de ar.

Efeitos na saúde:
Os ruídos aumentam a pressão sangüínea, o ritmo cardíaco e as contrações musculares. São capazes de interromper a digestão, as contrações do estômago, o fluxo da saliva e dos sucos gástricos.

Provocam maior produção de adrenalina e outros hormônios, aumentando, no sangue, o fluxo de ácidos graxos e glicose.

No que se refere ao ruído intenso e prolongado ao qual o indivíduo habitualmente se expõe, resultam mudanças fisiológicas mais duradouras, até mesmo permanentes, incluindo desordens cardiovasculares, de ouvido-nariz-garganta e, em menor grau, alterações sensíveis na secreção de hormônios, nas funções gástricas, físicas e cerebrais.

Em casos de estresse crônico nos trabalhadores, tem sido constatado efeitos psicológicos, distúrbios neurovegetativos, náuseas, cefaléias, irritabilidade, instabilidade emocional, redução da libido, ansiedade, nervosismo, hipertensão, perda de apetite, sonolência, insônia, aumento de prevalência da úlcera, distúrbios vitais, consumo de tranqüilizantes, perturbações labirínticas, fadiga, redução de produtividade, aumentos dos números de acidentes, de consultas médicas e faltas ao trabalho.


FONTE: http://www.presenteparahomem.com.br/



* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.

DORES DE OUVIDO

dor de ouvido - zumbido

Quando você tem uma dor no ouvido, ela distrai todos os pensamentos e absorve toda sua atenção. Tudo o que você quer é que ela acabe.

As dores de ouvido podem ser causadas por uma obstrução da tuba auditiva, o pequeno canal que conecta a parte posterior interna do nariz com o ouvido médio.

O ar no ouvido médio está constantemente sendo absorvido por sua parede membranosa, mas ele jamais é esvaziado enquanto a tuba auditiva permanecer aberta e capaz de se reabastecer, durante o ato de engolir

Dessa forma, a pressão do ar em ambos os lados do tímpano permanece quase igual. Porém, quando a tuba auditiva está obstruída, a pressão no ouvido médio não pode ser equalizada. O ar que já está ali é absorvido e, sem um novo fornecimento, acontece um vácuo no ouvido médio, sugando o tímpano para dentro e tensionando-o de modo doloroso. 

dor no ouvido


DOR DE OUVIDO
A dor de ouvido (otalgia) pode ser causada por doenças no próprio ouvido (causa otológica) ou por doenças e/ou distúrbios em outras estruturas orgânicas próximas ou mais distantes do ouvido (causa não otológica). 

As dores de ouvido de causa otológica são:
- A otite externa aguda
- A otite média aguda
- Os tumores de ouvido.


O que é otite externa aguda?
A otite externa aguda é uma infecção na pele do canal do ouvido causada por vários tipos de germes ou fungos. É caracterizada por uma severa e profunda dor de ouvido. A dor usualmente vem precedida ou acompanhada de coceira. Quando a infecção se torna crônica, ocorrem episódios agudos recorrentes, coceira irritante e descamações da pele do canal.

A otite externa aguda e crônica é um problema de ouvido tão comum entre os nadadores que é chamada também de "otite dos nadadores".

O que é otite média aguda?
A Otite média aguda é uma infecção no ouvido médio causada por bactérias e, eventualmente, por vírus. É mais comum em crianças. A infecção se faz pela migração do germe, presente na garganta ou no nariz, através da tuba auditiva.

Essa doença ocorre, na maioria das vezes, após gripe. É freqüente, também, através do contato com outras crianças portadoras de doenças infecciosas.

Os principais sintomas são dor e diminuição da audição. A dor costuma ser severa. Outros sintomas podem estar presentes: febre, inquietude, perda de apetite, secreção no ouvido (se houver perfuração timpânica); vômitos e diarréia podem ocorrer nas crianças pequenas.


Tumores do ouvido

As dores do ouvido causadas por tumores são bem menos freqüentes do que as dores causadas por infecções. Em caso de tumor, o paciente costuma sentir dor, diminuição da audição e com frequência, secreção no ouvido. 

O médico faz o diagnóstico pela história do paciente, exame do ouvido e exame por imagens (tomografia computadorizada, ressonância magnética). 

As dores de ouvido de causa não otológica são muito freqüentes. As mais comuns são as de origem dentária (cáries, molares inclusos, apicites paradentares) e as disfunções têmporo-mandibulares relacionados com ausência de elementos dentários, próteses dentárias mal adaptadas e má oclusão dentária. 

Pacientes idosos com problema de coluna cervical (artrite) ou pacientes com história de traumatismo na coluna cervical costumam relatar dor atrás da orelha ou no mastóide.

Processos infecciosos e tumorais nas amígdalas, na faringe e na boca podem ser causa de dor no ouvido. 

Processos malígnos nas vias aéreas, digestivas e base de crânio também podem causar otalgia. 

As otalgias de causa não otológica ocorrem por causa da extensa ramificação de nervos importantes na região da cabeça, pescoço, tórax e aparelho digestivo. O impulso doloroso chega ao ouvido através dessas ramificações nervosas que fazem conexões entre o local da doença e o órgão da audição (dor refletida). 

Quando o médico constata que a dor de ouvido não é de causa otológica, uma medida importante é solicitar exame buco-facial por dentista especializado. Exames por imagens (radiografia convencional, tomografia computadorizada, ressonância magnética) da base do crânio, vias aéreas e digestivas poderão ser necessárias.

FONTE: http://www.aparelhosauditivosbrasil.com.br/



* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.

CURIOSIDADES SOBRE AUDIÇÃO


Como a Perda Auditiva está afetando sua vida?

Audição. Para a maior parte da vida, é algo tão natural como respirar. Você escuta sem pensar e conversa com facilidade. Acorda do sono por causa do mais sutil sinal sonoro. Mas pouco a pouco, as coisas vão mudando.Você percebe a freqüência com a qual pede às pessoas para repetirem o que disseram. Como fica exaustivo participar de uma reunião, e como a TV fica muito alta para todos, menos para você. Você ainda se levanta e sente o cheiro do café, mas não consegue ouvir seu suave gotejar – ou consegue ouvir muito pouco o que o locutor da rádio matutina está dizendo. O que está acontecendo? 

Explore os tópicos acima, aprenda sobre perda auditiva, incluindo a importância da audição, como identificar os sinais da perda auditiva, seja em você ou em alguém próximo, e conheça também os fatos e os mitos intrigantes sobre a perda auditiva.

Avaliando Sua Audição

Diferente da maioria dos exames médicos, os testes que avaliam a audição são relativamente rápidos. Um profissional de audição provavelmente realizará 3 ou 4 exames simples, os quais podem incluir:
  • otoscopia, ou seja, examinar dentro das orelhas com uma lanterna;
  • uma audiometria, que é a verificação do nível mínimo de audição através de tons puros, que resulta em uma representação gráfica da audição;
  • e uma timpanometria, que verifica como o som é transmitido pela orelha média e pelo tímpano.
Estes testes são realizados no consultório do profissional da audição e normalmente levam menos que uma hora para serem finalizados. Com as informações destes testes, seu profissional da audição será capaz de fazer uma avaliação precisa das suas capacidades auditivas e aconselhá-lo sobre todas as opções de tratamento. Na maioria dos casos, isso significa usar aparelhos auditivos.

Como a Audição Funciona

 orelha externa


Mesmo que a orelha externa seja um ótimo lugar para pendurar jóias, ela foi criada especificamente para transmitir o som. O som começa com movimentos. Quando os objetos vibram, as moléculas de ar são definidas em movimento e transmitidas como ondas sonoras. Os contornos da orelha externa, com forma de funil, guiam e focalizam estas ondas sonoras no canal externo, onde elas são captadas e amplificadas pelo formato do mesmo. Este fenômeno natural funciona tão bem que o imitamos ao colocar a mão em curvatura ao redor da orelha, para ouvir ainda melhor. Simultaneamente capta o som dentro do espaço formado e restringe a entrada do ruído de fundo. Depois de estar dentro do canal auditivo, as ondas sonoras viajam até encontrarem o tímpano, o ponto divisório entre a orelha externa e a orelha média.
orelha media

Quando as ondas sonoras atingem o tímpano, elas o fazem vibrar, enviando o som para os delicados ossos da orelha média. Lá, os três menores ossos do corpo –  referidos como martelo, estribo e bigorna – transmitem e organizam mecanicamente o som facilitando a passagem para a orelha interna. Na orelha média também está a tuba auditiva, que equaliza a pressão do ar entre as orelhas externa e média.
orelha interna

A orelha interna, repleta de fluido, é o local onde a ação acontece. As células ciliadas e microscópicas residem dentro da cóclea que possui a forma espiral. Estas células ciliadas são estimuladas pela onda sonora que se move por meio do fluido e converte este movimento em impulsos nervosos que são enviados para o cérebro.


De Ondas Sonoras para Impulsos Nervosos
Nosso cérebro interpreta os sinais e então nos diz que a campainha tocou, ou que as palavras estão sendo ditas. Muitas coisas ajudam a determinar exatamente o que é que você escuta, mas é a combinação de freqüências que fornece aos diferentes sons as suas qualidades distintas. A origem e a direção do som e também a intensidade são outras dicas que o cérebro usa para decifrar mensagens. 

A perda auditiva ocorre quando as células ciliadas são danificadas ou morrem, o que é normal ocorrer quando envelhecemos. E as células ciliadas, assim como as células do cérebro, não se regeneram. É por isso que a maioria das perdas auditivas é irreversível.

Quem pode Tratar a Perda Auditiva?

Seu médico pode procurar por uma perda auditiva durante sua avaliação física regular, mas muitos não fazem isso. Se você suspeitar de perda auditiva, pode procurar um dos seguintes profissionais:

O médico ou otorrinolaringologista pode determinar se existe uma condição médica causando a perda auditiva ou se o tratamento médico, como a cirurgia, poderia ser útil. Se não, seu médico provavelmente indicará a você um fonoaudiólogo.

Os fonoaudiólogos são profissionais graduados em fonoaudiologia, que atuam na área da comunicação oral e escrita, voz e audição. Eles são especializados em testar, avaliar e tratar a perda auditiva, incluindo a seleção e adaptação de aparelhos auditivos.


FONTE: http://www.aparelhosauditivosbrasil.com.br



* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.

O VOLUME DOS SONS NO CARNAVAL PREJUDICA A AUDIÇÃO





O batuque das baterias e o volume das caixas de som prejudicam a audição no carnaval


Especialistas recomendam uso de protetores de ouvido para músicos e frequentadores de blocos, trios elétricos, clubes e quadras de escolas de samba

O Carnaval está chegando, mas antecipando a festa, blocos e trios elétricos já arrastam foliões em várias regiões do país. Toda essa animação requer cuidados. O batuque das baterias e o volume das caixas de som, os ensaios das escolas de samba em quadras fechadas e os trios elétricos nas ruas podem trazer problemas à audição, provocando sensações de surdez e zumbido no dia seguinte à folia.

Qualquer pessoa que permanecer próximo ao som muito alto pode sofrer danos na audição. No caso das crianças, os cuidados devem ser redobrados. O barulho em excesso gera irritação, choro e elas podem sair daquele ambiente com um forte zumbido no ouvido, sem que os pais percebam.

Está comprovado que sons acima de 85 decibéis são prejudiciais à saúde auditiva, se o tempo de exposição ao barulho for prolongado. No carnaval, medições realizadas em anos anteriores chegaram a apontar impressionantes 120 decibéis, intensidade próxima a de uma turbina de avião. “Por causa da intensidade do barulho, as pessoas podem ter a sensação de pressão nos ouvidos, zumbido e dificuldades para ouvir”, lembra a fonoaudióloga Isabela Gomes, da Telex Soluções Auditivas

Para quem pretende se esbaldar em blocos, bailes e trios elétricos, a fonoaudióloga recomenda uma distância mínima de 10 metros do equipamento de som, além do uso de protetores auriculares, que diminuem o impacto do barulho nos ouvidos. Os ritmistas também devem usar a proteção. “O protetor nos ouvidos atua diminuindo o som. Ele pode ser utilizado dentro das quadras das escolas de samba e em bailes, permitindo que se escute a música em um volume aceitável”, explica a fonoaudióloga.

Os protetores (ou atenuadores, como são chamados) da Telex Soluções Auditivas são feitos em acrílico e moldados de acordo com a anatomia do ouvido de cada usuário. Existem dois tipos: o que diminui o barulho ambiente em 15 decibéis e outro que promove uma redução em 25 decibéis do volume do som nos ouvidos.
A exposição prolongada ao som alto, por anos seguidos, pode levar a diversos graus de surdez, de acordo com a sensibilidade de cada pessoa. No Brasil, a Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia estima que 15 milhões de pessoas sofrem algum tipo de perda auditiva. Portanto, é necessário cuidar da audição nessa época do ano. Para um carnaval sem preocupações, proteja seus ouvidos.


Fonte: www.telex.com.br


* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.

PERDA AUDITIVA CAUSADA PELO SOM ALTO DOS MP3



Perda auditiva causada pelo som alto dos mp3

No dia da audição, Sociedade Brasileira de Otologia faz alerta sobre 
o uso correto de aparelhos sonoros

Cerca de 20% da população sofre com problemas de zumbido. No Brasil, isso significa algo em torno de 30 milhões de pessoas. Entre as principais causas que contribuem para o aumento deste número está o volume alto dos mp3 players. Segundo dados da OMS, pelo menos 5% foram causados pelo mau uso destes aparelhos.
Por isso, no dia da audição, comemorado em 10 de novembro, a Sociedade Brasileira de Otologia promove a Campanha Nacional da Saúde Auditiva, a fim de informar e conscientizar sobre os riscos que o som alto dos mp3 players pode trazer à audição.
De acordo com especialistas da SBO, o limite máximo permitido de exposição a sons, inclusive pela legislação brasileira, é de 85 decibéis. A partir daí há risco de perda auditiva, que irá depender da intensidade do som (volume), tempo de exposição e sensibilidade de cada indivíduo. Assim, quanto maior a intensidade, maior a chance de se desenvolver surdez mesmo que a exposição seja por um período menor.
“O uso de Ipods e similares apresenta um risco muito alto para a saúde auditiva, pois os fones estão inseridos no canal auditivo e levam o som diretamente à membrana timpânica, sem nenhum meio de proteção às delicadas estruturas que compõem a orelha interna”, explica o Presidente da Sociedade Brasileira de Otologia, Dr. Silvio Caldas.
A surdez relacionada à exposição a sons intensos é cumulativa, ou seja, uma vez cessada a exposição ao ruído, a perda de audição estaciona, porém não regride.
Deixar o volume do tocador de mp3 na metade do volume máximo do aparelho, ficar atento para que o som saído dos fones não seja ouvido pelos amigos ao redor, evitar permanecer muitas horas seguidas ouvindo mp3 e buscar ajuda médica a qualquer sinal de alteração da audição são dicas simples, que contribuirão para a proteção do ouvido e manutenção da saúde auditiva.
Além disso, outros sons comuns no dia a dia podem causar danos a saúde auditiva, caso a intensidade sonora em decibéis seja superior ao indicado. Confira e fique atento:





Perda auditiva causada pelo som alto dos mp3


FONTE: www.melhoramiga.com.br



* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.

PERDA AUDITIVA PODE CAUSAR ISOLAMENTO E DEPRESSÃO EM IDOSOS



Perda auditiva pode causar isolamento e depressão em idosos 
 

Mais de 15 milhões de brasileiros têm problemas de audição, de acordo com a Organização Mundial de Saúde.. Desses, 12 milhões tem mais de 65 anos. No caso dos idosos, a perda auditiva ocorre, na maioria dos vezes, por causa de mudanças degenerativas naturais do envelhecimento.

Mesmo com a alta indidência, a resistência é grande para admitir a surdez. Nas ruas é comum encontrarmos pessoas usando óculos, mas não é isso o que acontece no caso da deficiência auditiva. Apenas 40% das pessoas com problemas reconhecem que ouvem mal. A falta de informação e o preconceito fazem com que a maioria demore, em média, seis anos para tomar uma providência.

Por não ouvir bem, a pessoa idosa muitas vezes não consegue conversar e compartilhar idéias e pensamentos. Assim, pode acabar se isolando do convívio social e familiar, tornando-se deprimida e perdendo o interesse por atividades que sempre realizou ao longo da vida, simplesmente porque não consegue entender o que os outros estão dizendo. A deficiência auditiva pode então trazer um sentimento de baixa auto-estima.

Muitas vezes, o idoso finge estar escutando, quando na verdade não está. É comum, por isso, seus familiares o descreverem como distraído, confuso ou até zangado e irritadiço. Mas a falha na audição pode ser corrigida se for tratada corretamente.

“O uso diário do aparelho e o apoio da família são essenciais para que o indivíduo resgate sua qualidade de vida, mas somente o profissional especializado poderá fazer a indicação do melhor aparelho”, lembra a fonoaudióloga Isabela Gomes, da Telex Soluções Auditivas.

O preconceito quanto ao uso de aparelhos de audição está associado à falta de informação sobre os avanços tecnológicos na área. “Atualmente os aparelhos auditivos são minúsculos e não ofendem a vaidade de quem usa. E a audição é muito importante nas nossas relações, no nosso dia-a-dia.. Então, por que não pensar no assunto e fazer logo um exame? conclui a fonoaudióloga.

A Telex Soluções Auditiva, que pertence à Oticon – líder mundial em pesquisa e fabricação de próteses de audição – conta com diversos modelos de aparelhos, apropriados para cada paciente. Entre os mais modernos estão o Claris Plus, M100 C e M120 C – miniaparelhos auditivos digitais praticamente invisíveis nos ouvidos; além do Epoq e do ConnectLine, que permitem conectividade sem fio com uma vasta gama de equipamentos que possuem tecnologia Bluetooth, desde CD/MP3 players até equipamento GPS para o carro.

Mais informações pelo telefone: 0800-0249349


FONTE:  http://www.melhoramiga.com.br/

* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.

IMPLANTES DIRETO NO NERVO AUDITIVO DEVERÃO SUBSTITUIR IMPLANTES COCLEARES


A idéia de implantar minúsculos aparelhos auditivos eletrônicos no ouvido interno de pessoas com surdez profunda tem cerca de 30 anos - uma idéia radical para a época, quando a miniaturização da eletrônica dava seus primeiros passos.

Agora, cientistas da Universidade de Michigan, Estados Unidos, estão sugerindo um passo ainda mais radical para o tratamento de casos de surdez muito graves: implantar um dispositivo diretamente no nervo auditivo.


Implante no nervo auditivo
Ainda que a proposta ainda gere dúvidas sobre as possibilidades da tecnologia atual, a equipe do Dr. John C. Middlebrooks acaba de demonstrar em animais que a implantação de um conjunto de eletrodos ultrafinos diretamente no nervo auditivo permite a transmissão de uma grande faixa de sons diretamente para o cérebro.

A imagem mostra um desses eletrodos. Dezesseis deles são inseridos no nervo auditivo com um espaçamento entre eles de apenas 1/10 de milímetro. "Em virtualmente todos os aspectos, eles funcionam melhor do que os implantes cocleares," diz Middlebrooks.


Implantes cocleares
Os implantes cocleares, agora já tradicionais, também são formados por conjuntos de pequenos eletrodos que recebem sinais de um processador de sons externo. Mas esses implantes não ficam em contato com o nervo auditivo - eles ficam separados por um fluido e por uma parede óssea.
 
"O efeito é como conversar com alguém do outro lado de uma porta fechada," diz o pesquisador. Com a estimulação intraneural, esse efeito desaparece. E a ativação direta das fibras permite a transmissão de freqüências mais precisas, além de reduzir a energia necessária para que o aparelho funcione e a interferência entre os diversos eletrodos quando vários são acionados simultaneamente.


Testes clínicos
Os resultados são promissores e, se a continuidade dos experimentos não demonstrar nenhum efeito adverso, espera-se que os eletrodos finalmente permitam que os deficientes auditivos possam voltar a ouvir sons de baixa freqüência comuns nas conversas normais, assim como conversar comodamente em ambientes ruidosos, identificar vozes altas e baixas e até apreciar música - todas áreas nas quais os implantes cocleares, embora fantásticos, têm limitações significativas.

O consumo de energia do novo implante é extremamente baixo, o que permite aos pesquisadores sonhar com uma versão futura que seja totalmente implantável, não dependendo de baterias externas. Eles ainda terão que fazer novos experimentos em animais antes de passar aos testes clínicos em humanos. Segundo Middlebrooks, a nova tecnologia levará de cinco a 10 anos para estar disponível para uso.

Bibliografia:
Auditory Prosthesis with a Penetrating Nerve Array
John C. Middlebrooks, Russell L. Snyder
Journal of the Association for Research in Otolaryngology
June, 2007
Vol.: Volume 8, Number 2
DOI: 10.1007/s10162-007-0070-2



FONTE: www.inocacaotecnologia.com.br 



* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.

PRESBIACUSIA



A presbiacusia é, portanto, o envelhecimento natural do ouvido humano simplesmente como somatória de alterações degenerativas de todo o aparelho auditivo. Um problema que atinge diretamente as freqüências altas (os sons agudos), o que afeta, de modo significativo, a compreensão da fala.

A surdez pode se tornar extremamente incapacitante e evoluir para graus mais avançados, ajudando a isolar do ambiente o doente que já possui outras limitações físicas.

“Assim como há o envelhecimento da visão e a pessoa passa a ver menos, com a idade ela também passa a ouvir menos. E como é natural usarmos óculos para poder amplificar as imagens, também deveríamos usar os aparelhos de amplificação sonora (AAS), também chamados de próteses auditivas, ou equipamentos auxiliares para a audição sem nenhum preconceito, como forma de minimizar os efeitos negativos da deficiência auditiva que tanto aflige as pessoas”, afirma Dr. Luis Carlos Alves de Sousa, coordenador da Campanha Nacional da Audição.

Segundo o especialista, uma importante barreira social precisa ser derrubada definitivamente, para melhorar a qualidade de vida do deficiente auditivo. “Há um preconceito muito grande em relação ao uso dos aparelhos de audição e falta informação sobre os avanços tecnológicos da área. As pessoas têm que estar conscientes de que o uso do aparelho não diminui ninguém. A audição é muito importante nas nossas relações, não só familiares, mas sociais e até laborativas. A perda da audição muda o perfil psicológico do indivíduo” adverte o otorrinolaringologista.

De todas as privações sensoriais que afetam o idoso, a incapacidade de comunicar-se com os outros devido à perda auditiva pode ser uma das mais frustrantes, produzindo um impacto profundo e devastador em sua qualidade de vida.

“Idosos portadores de presbiacusia experimentam uma diminuição da sensibilidade auditiva e uma redução na inteligibilidade da fala, o que vem a comprometer seriamente o seu processo de comunicação verbal. A perda auditiva em altas freqüências (agudos) torna a percepção das consoantes muito difícil, especialmente quando a comunicação ocorre em ambientes ruidosos. Freqüentemente, respostas inadequadas de indivíduos idosos presbiacúsicos geram uma imagem de senilidade, a qual pode não condizer com a realidade. A queixa típica destes indivíduos é a de ouvirem, mas não entenderem o que lhes é dito”, explica Dr. Luis Carlos.

Segundo o especialista, é muito comum aos familiares descreverem o idoso portador de deficiência auditiva como confuso, desorientado, distraído, não comunicativo, não colaborador, zangado, velho e, injustamente, senil.

Podemos resumir as implicações da deficiência auditiva no idoso, destacando:

Redução na percepção da fala em várias situações e ambientes acústicos. Piora em ambientes ruidosos. Muitas vezes está associado um zumbido o que piora o problema. O idoso muitas vezes ouve o que a pessoa está falando, mas não entende. Alterações psicológicas: depressão, embaraço, frustração, raiva e medo, causados por incapacidade pessoal de comunicar-se com os outros. Isolamento social: A interação com família, amigos e comunidade fica seriamente afetada. Incapacidade auditiva: igrejas, teatro, cinema, rádio e TV. Intolerância (irritação) a sons de moderada à alta intensidade (principalmente os agudos). Se a pessoa fala baixo o idoso não ouve se ela grita o incomoda. Problemas de alerta e defesa: incapacidade para ouvir pessoas e veículos aproximando-se, panelas fervendo, alarmes, telefone, campainha da porta, anúncios de emergências em rádio e TV.


FONTE: www.aomestrecomcarinho.com.br

* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.

SURDEZ NA TERCEIRA IDADE

 
  
O envelhecimento populacional é um dos maiores desafios da saúde pública contemporânea. Trabalhos recentes demonstram que a deficiência auditiva acomete de alguma forma cerca de 70% dos idosos (pelo menos 10 milhões de pessoas em nosso país), tratando-se de questão de saúde pública com necessidades específicas quanto à reabilitação auditiva.

A perda de audição é a segunda inabilidade física mais comum nos EUA, logo atrás da dor lombar. Aproximadamente 10% da população dos EUA têm algum grau de perda de audição, incluindo um terço dos americanos acima de 65 anos de idade.

“A surdez no idoso constitui-se em um dos mais importantes fatores de desagregação social. De todas as privações sensoriais, a perda auditiva é a que produz efeito mais devastador no processo de comunicação do idoso, sem contar que muitas vezes a deficiência auditiva pode ser acompanhada de um zumbido que compromete ainda mais o bem estar daquele indivíduo”, explica Dr. Sady Selaimen da Costa, presidente da Academia Brasileira de Otologia.

Com a idade avançada, a pessoa começa a apresentar um processo natural de envelhecimento de seus órgãos, incluindo o ouvido, o nervo auditivo e as vias auditivas no sistema nervoso central. A deficiência auditiva começa, via de regra, a ficar comprometedora após os 65 anos de idade. A perda auditiva decorrente deste quadro é conhecida como presbiacusia. "Em alguns indivíduos, agentes agravantes como a exposição a ruídos, diabetes, uso de medicação tóxica para os ouvidos e a herança genética, a diminuição da acuidade auditiva na terceira idade torna-se extremamente comprometedora no que se refere a sua qualidade de vida", alerta o médico.



* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.

AUDIÇÃO E EQUILÍBRIO NA TERCEIRA IDADE






 

O ouvido é o órgão da audição e também do equilíbrio. Converte ondas sonoras em impulsos nervosos que ao atingirem o cérebro são interpretados como sons. Contem o sistema vestibular que é responsável pelo equilíbrio e é acionado ao se movimentar a cabeça.


As principais alterações do ouvido na terceira idade em geral levam somente à diminuição da audição.


São devidas à otosclerose, às intoxicações por medicamentos, às otites, ao acidente vascular cerebral e aos tumores. Na sua grande maioria os distúrbios se devem à otosclerose .


O idoso tem tendência a ter dificuldade em captar sons altos. O processo de envelhecimento que atinge a audição não é considerado uma doença e sim uma perda natural de função. O processo de envelhecimento dos ossos que formam o sistema auditivo denomina-se otosclerose, que não leva à surdez e sim a uma perda de audição parcial que se mantém estável sem tendência à piora, sendo uma alteração auditiva do tipo de condução. É uma alteração que apresenta clara predisposição hereditária. Esta diminuição natural de audição que ocorre na terceira idade pode ser acompanhada de zumbido ou tinitus o que em geral ocorre nos dois ouvidos e incomoda muito. Este ruído contínuo em ambos os ouvidos piora com o estado emocional, ansiedade e nervosismo. O zumbido também pode piorar com o álcool, a cafeína, e vários tipos de medicamentos, como por exemplo, os antiinflamatórios. Quando o zumbido é de um só lado e há diminuição auditiva acentuada em geral se deve a pequenos tumores localizados na região do ouvido.


A diminuição da audição também pode ocorrer pelo acúmulo de cerúmen ou cera, o que é muito comum e de fácil tratamento.


Alguns remédios são tóxicos para os ouvidos, destacando-se certos antibióticos (estreptomicina, kanamicina e aminoglicosídeos), certos antiinflamatórios (aspirina) e determinados diuréticos. Em geral provocam alterações reversíveis após a suspensão da medicação.


A infecção do ouvido ou otite e tumores localizados no próprio osso do ouvido ou em sua proximidade já são causas de surdez, com lesão do tipo sensorial, ocorrendo em geral de um só lado, sendo raros. Quando o processo infeccioso atinge internamente o ouvido denomina-se otite media e em geral é provocado por bactéria.


A doença do ouvido, principalmente a infecciosa, pode vir acompanhada de tonturas, sensação de rotação e vômitos, o que caracteriza a vertigem.


O acidente vascular cerebral ou AVC pode provocar uma surdez por lesão do sistema nervoso, do tipo sensorial e irreversível, sendo entretanto incomum.


A avaliação das alterações auditivas inicia-se pelo simples exame clínico, passando pela audiometria e terminando em complexas avaliações das respostas do cérebro a estimulações especiais (potencial evocado auditivo).


Muitas pessoas não admitem a diminuição de audição, ou por falta de informação, ou por medo ou mesmo por vaidade. A falta de tratamento correto pode retardar a cura de muitos processos benignos.


A surdez deve ser sempre muito bem avaliada por especialista.


Nos casos de surdez severa o idoso pode ser considerado confuso, ou mesmo considerado portador de distúrbios de comportamento. Tais situações podem levar a quadros de depressão. A pessoa com diminuição de audição deve procurar informar sempre da sua situação, não hesitando em pedir que se repita as palavras não compreendidas.


A vertigem é uma sensação de forte tontura com inicio súbito e acompanhada de náuseas e/ou vômitos, e sensação rotatória. Há também sensação de desequilíbrio. É freqüente o zumbido no ouvido. Pode ocorrer rápida perda de consciência (síncope). Em geral é desencadeada pelo movimento da cabeça. Acompanha com freqüência os distúrbios auditivos.


A vertigem se deve a problemas do labirinto, estrutura sofisticada responsável pela manutenção do equilíbrio, que fica contida dentro do ouvido. Inúmeros fatores podem levar à vertigem, destacando-se na terceira idade: a insuficiência vascular cerebral, distúrbios metabólicos, tumor cerebral, otite, intoxicação por determinados medicamentos, infecções e traumatismo. Alguns distúrbios visuais, como erro de refração podem desencadear a vertigem. Os estados de grande ansiedade também podem levar à vertigem.


Quando a vertigem se acompanha de diminuição da audição e zumbido é conhecida como síndrome de Ménière.


A vertigem é importante causa de quedas no idoso.


No estudo da vertigem é sempre importante determinar se a causa é periférica (do ouvido, por exemplo) ou central (distúrbios circulatórios cerebrais).
 



Extraído do livro "Ficar Jovem Leva Tempo....Um Guia Para Viver Melhor" Editora Saraiva, de autoria de João Roberto D. Azevedo



* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.