domingo, 15 de julho de 2012

MAIS UMA PROVA DE FALTA DE ACESSIBILIDADE NO BRASIL...


22 ANOS DO ECA


QUEM NÃO SENTA PARA APRENDER, NÃO FICARÁ EM PÉ PARA ENSINAR!!!


O VALOR DA AMIZADE VERDADEIRA NÃO SE MEDE...


CAMPANHA: LIBRAS NO ENSINO FUNDAMENTAL


OPTE POR AQUILO QUE FAZ SEU CORAÇÃO VIBRAR...


QUEM ALIMENTA O ÓDIO ATIRA FOGO AO PRÓPRIO CORAÇÃO...


ALGUMAS COISAS NOS DÃO MOTIVOS PARA CONTINUAR...


AMOR SEM FIM...


QUANDO AS PALAVRAS PERDEM O SENTIDO...


O PRECONCEITO DO AUDISMO


PROFESSORES SÃO HERÓIS ANÔNIMOS


NÃO AO USO INDISCRIMINADO DE REMÉDIOS NAS ESCOLAS!!!


NÃO SERIA MARAVILHOSO O MUNDO SE AS BIBLIOTECAS FOSSEM MAIS IMPORTANTES QUE OS BANCOS?


VALORIZE O ESFORÇO DO SEU FILHO


SÓ O AMOR ALIVIA O SOFRIMENTO...


AMIGO DE VERDADE...


O SEGREDO DA SAÚDE MENTAL E CORPORAL...


OS OBSTÁCULOS EM NOSSA VIDA...


NÃO SERIA MELHOR INVESTIR EM EDUCAÇÃO???

CONTRADIÇÃO PESADA E ABSURDA


LER É CRESCER...


terça-feira, 10 de julho de 2012

MILAGRE...


"Milagre é quando tudo conspira contra, mas Deus vem de mansinho e com um sopro leve muda o rumo dos ventos. Milagre é quando o incerto nos abraça depois de nos atingir cruelmente com sua fúria. É quando respirar vira quase um suspiro de alivio e a vida devolve o sorriso como forma de retribuição por todo sofrimento. É o instante teimoso que resiste bravamente a um duro percurso e mantém-se em pé amparado pela força divina. É a decisão que escapa de nossas mãos, mas que antes de cair agarra-se com toda força a uma segunda chance. Milagre é o improvável gesto de carinho que impulsiona o ser humano a não deixar de acreditar."

FORÇAS CONTRÁRIAS


Por falar de inimigos, não nos refiramos, neste momento, a pessoas e sim à forças contrárias.

Na terra, bastas vezes, achamo-nos em começo ou em meio de preciosas edificações, quando determinadas ocorrências nos desencorajam ou perturbam.

De modo geral, são correntes de pensamentos adversos que desabam sobre nós, retardando empreendimentos e vantagens que beneficiariam não somente a nós outros, mas igualmente à comunidade a que nos vinculamos.

Conquanto a nossa confiança no bem e todo o nosso esforço em efetuá-lo, isso no mundo acontece.

E acontece porque somos espíritos em evolução, carentes de progresso e burilamento, a quem o erro, por mais lastimável, serve de ensino.

Aprendamos como se afasta a desarmonia, como na terra já se evita a varíola e a meningite.

No caso das energias contrárias, temos no silêncio a vacina ideal.

Se nos capacitarmos de que ausência de informações é ausência de pistas, com facilidade nos confiaremos à tarefa exclusiva de acender o sinal verde da permissão unicamente para o melhor.

Na atualidade terrestre, fala-se em tomadas para recursos diversos. Tomadas de luz e de energia: de apoio combustível.

Justo reconhecer que a tomada de sombra espiritual igualmente existe: espécie de fio para ligação com o desequilíbrio.

Qualquer pequenina quota de força mental desorientada pode suscitar a queda de toda uma avalanche de provas evitáveis.

Essa tomada de sombra espiritual se revela claramente numa frase de queixa, num apontamento leviano, numa brincadeira de mau gosto, no boato infeliz, na referência maliciosa ou em qualquer conceito chave que nos induza para descaridade e perturbação.

Recorramos ainda aos símbolos do trânsito.

Vigiemo-nos de espírito centralizado no bem de todos.

Se somos mentalmente visitados por ideias de crueldade e discórdia, lamentação ou desânimo, acendamos o sinal vermelho do “não prossigas” no espaço que medeia entre o cérebro e os lábios ou entre o pensamento e as mãos impedindo a palavra falada ou escrita, inconveniente e destrutiva.

Unicamente, assim, o fio de nossa atenção persistirá ligado ao amor que desarma os adversários e nos faz livres, permanentemente livres das forças negativas, consideradas por influências do mal.

 

Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro Algo Mais. Lição nº 25. Página 74.

QUANDO O TÉDIO APAREÇA...


Quando o desalento te ameace o caminho, pensa nos outros, naqueles que não dispõem de tempo para qualquer entrevista com o tédio.

Se te acreditas amargando lições demasiado severas no educandário da vida, frequenta, de quando em quando, a escola das grandes provações, onde os aprendizes se acomodam na carteira das lágrimas.

Muitos jazem na rua, estendendo mãos fatigadas aos que passam com pressa. 

Em maioria, são doentes que a onda renovadora do grupo social atirou à praia da assistência pública ou mães aflitas a quem as exigências de filhos pequeninos ainda não permitem a liberalidade de uma profissão.

Provavelmente, alguém dirá que entre eles se encontram oportunistas e malfeitores que se fantasiam de enfermos para te assaltarem a bolsa em nome da piedade.

Compreendemos semelhante alegação e justificamo-la, porque o mal existe sempre onde lhe queiramos destacar a presença e, conquanto te roguemos o benefício da prece, em favor dos que agem assim, mais por ignorância que por maldade, apelamos para que consultes ainda aquelas outras salas de aula que se enfileiram no recinto dos hospitais e nos albergues  esquecidos.

Acompanha os estudos daqueles cujo corpo se carrega de feridas dolorosas para agradeceres a pele sadia que te veste a figura ou segue a cartilha de agoniadas emoções dos que se recolhem nos manicômios, sorvendo angústia e desespero nos resvaladouros da loucura ou da obsessão, a fim de valorizares o cérebro tranquilo que te coroa a existência...

Visita os asilos que resguardam a sucata do sofrimento humano e observa as disciplinas dos que foram entregues às meditações da penúria, para quem um simples sanduíche é um brinde raro e partilha os exercícios de saudade e de dor dos que foram abandonados pelos entes que mais amam, a fim de abençoares o pão de tua casa e os afetos que te enriquecem os dias.

Quando o tédio te procure, vai à escola da caridade...

Ela te acordará para as alegrias puras do bem e te fará luz no coração, livrando-te das trevas que costumam descer sobre as horas vazias.


Pelo Espírito Emmanuel. Psicografia de Francisco Cândido Xavier.
Livro Coragem. Lição nº 01. Página 13.