Esse blog é para as pessoas que acreditam e lutam pela melhoria da Educação Especial no Brasil.
segunda-feira, 12 de março de 2012
O QUE REALMENTE IMPORTA???

Não é o que você faz, mas quanto amor você dedica no que faz que realmente importa!!!
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domingo, 11 de março de 2012
O MENINO E O CÃOZINHO MANCO

Diante de uma vitrine atrativa, um menino pergunta o preço dos filhotes à venda.
"Entre 30 e 50 reais", respondeu o dono da loja.
O menino puxou uns trocados do bolso e disse:
- "Eu só tenho 10 reais, mas eu posso ver os filhotes?"
O dono da loja sorriu e chamou Lady, que veio correndo, seguida de cinco bolinhas de pelo.
Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível.
Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho e perguntou:
- "O que é que há com ele?"
O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril, sempre mancaria e andaria devagar.
O menino se animou e disse:
- "Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!"
O dono da loja respondeu:
- "Não, você não vai querer comprar esse. Se você realmente quiser ficar com ele, eu lhe dou de presente."
O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse:
- "Eu não quero que você o dê para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 10 reais agora e 10 reais por mês, ate completar o preço total."
O dono da loja contestou:
- "Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos."
Aí, o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calca para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar. Olhou bem para o dono da loja e respondeu:
- "Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso."
fonte: Grupo Girassol de Solidariedade
domingo, 4 de março de 2012
SURDO, IDIOTA NÃO!

Você me vê como surdo, sim, eu sou surdo e me orgulho disso!
Não me paternalize!
Este é o som dos nossos sinais.
Nós somos surdos e não idiotas. Surdos, não idiotas.
Eu uso o sinais, e todos vocês que falam ao meu redor zombam de mim, tornando-me isolado e só.
Eu costumava ser forte e lutava contra isso, mas estou desistindo.
Este é o som da nossa visão.
Nós somos surdos, não idiotas, Surdos, não idiotas, você não me entende?
Então, vamos trocar lugar, você irá entender.
Não me rejeite.
Olhe-me, por favor!
Este é o som do nosso amor.
Nós somos surdos, não idiotas!
Este é o som dos nossos sinais, Somos surdos, nao idiotas.
Mães, pais, tios e tias não sabem sinalizar e prejudicam a nossa comunicação.
Precisamos de uma mudança AGORA.
É hora de parar de falar e aprender a sinalizar.
Este é o som dos nossos sonhos.
Nós somos surdos. Surdos, não idiotas!
Vamos lá! Vamos todos juntos e unidos.
Você me chamará SURDO, "deficiente" NÃO!
Nós TODOS queremos mudanças.
Vamos À LUTA! Vamos!
Nossos sinais, nossa visão, nosso amor e os nossos sonhos.
Somos SURDOS, não idiotas!
SURDOS, idiotas NÃO!
traduzido do vídeo de Samira Mouhammed, Maab Adam, Khayrum Nessa e Halima Begun
sábado, 3 de março de 2012
ESTUDO COMPROVA QUE MULHERES PODEM ENGRAVIDAR APÓS O CÂNCER DE MAMA

Para muitas mulheres, receber um diagnóstico de câncer de mama era ainda
mais doloroso porque, com ele, vinha o fim do sonho de ser mãe. Mas
isso mudou. Um estudo recém-publicado mostra que o mito de que as
mulheres não podem mais engravidar depois de ter câncer de mama é
realmente só isso: um mito!
“Uma vez que nós tivermos um tratamento com sucesso do câncer de mama, não há contraindicação de se engravidar”, explica a médica a Adriana.
“Nossa, muito boa notícia isso”, comemora a securitária Adriana Mendes.
Ela precisava mesmo de boas notícias. Com 32 anos de idade, recebeu diagnóstico de câncer de mama, justamente quando se preparava para realizar o sonho de ser mãe.
“Ela falou que eu poderia ter problema para engravidar. Aí eu fiquei muito mal. Foi um baque muito maior do que saber que eu estava com câncer”, conta Adriana.
“Ela disse: está com câncer de mama e vais ter que fazer mastectomia radical, quimioterapia e não se sabe se tu vais conseguir ter filhos’”, lembra a promotora de Justiça Débora Cardoso.
Muitos médicos ainda não recomendam a gravidez depois do tratamento. O que se imaginava é que não engravidar seria um modo de evitar o reaparecimento do tumor.
Era um raciocínio lógico. As células de câncer de mama se reproduzem e se alimentam usando os hormônios. E a gravidez é uma explosão de hormônios no organismo da mulher. Portanto, a gravidez faria ressurgir o tumor. E o conselho dos médicos era: não engravide. Só que os casos de mulheres que engravidaram por acaso acabaram provando que a realidade é diferente.
Foi o médico egípcio Hatem Azim que trabalha no Hospital Jules Bordet, na Bélgica, quem juntou vários estudos feitos ao redor do mundo para afirmar que mulheres que engravidam depois do tratamento de câncer de mama não têm risco maior de ter uma recaída do que as outras. “Eu sou a prova vida da pesquisa”, afirma a promotora de Justiça Débora Cardoso.
A pesquisa também mostra mais: que a gravidez seguida de amamentação pode ter um efeito protetor, diminuindo as chances de o tumor voltar. As conclusões são da observação de casos.
Mas o médico explica que a ciência ainda não entende bem por que isso acontece. Pode ser a própria explosão hormonal, que teria efeito inverso do que se pensava. Ou talvez os anticorpos produzidos pela mulher contra células estranhas do feto, que matariam também as células de câncer. Mas tudo isso precisa ainda ser confirmado.
A doutora Solange Sanchez, que há anos encoraja as pacientes que querem engravidar, comemorou o novo estudo: “Tirar o mito de que a gravidez vai fazer com que essa paciente evolua mal da doença, tenha uma recaída, que a gravidez possa ser culpada pelo retorno da doença, isso pra mim é um mérito muito importante desse trabalho”.
Mas ela tem uma ressalva: mesmo se for protetora, a gravidez não é tratamento. “Substituir um tratamento por uma gravidez nesse momento não tem um embasamento científico realmente. A meu ver, não deve ser recomendado”, diz a médica.
A relação entre gravidez e câncer de mama é uma preocupação recente da medicina. É que até 20 anos atrás, um caso de câncer de mama em uma mulher jovem era extremamente raro. Além disso, as mulheres tinham filhos mais cedo, por volta dos 20 anos. Hoje, as mulheres escolhem esperar para ter filhos, depois dos 30, e doença está aparecendo cada vez mais cedo. Hoje, entre 10% e 15% de todos os casos de câncer de mama no Brasil são na faixa dos 30 anos de idade.
Cristiane tinha 38 anos quando soube de uma vez: estava grávida e com câncer de mama. “Ele falou: ‘Cristiane, a gente vai ter que fazer algumas opções’. Eu falei: ‘Doutor, eu posso ter a neném?’. Ele falou: ‘Pode’. Então, o senhor faz o que for possível”, lembra ela.
Mariana chegou prematura, mas cheia de saúde. “Amamentei só com uma mama, amamentei até o quinto mês”, conta Cristiane.
Adriana, por medo de não poder engravidar, congelou óvulos antes de começar a quimioterapia. “Cheguei a discutir barriga de aluguel com a minha irmã, minha tia, minha prima, minha outra irmã, muita gente que apareceu e falou: ‘Olha, se precisar de uma barriga de aluguel, estou aqui, pode me usar’”, admite.
Hoje, ela já acha que não vai precisar dessa ajuda toda. E Debora, enquanto toma remédios para prevenir uma eventual volta do tumor, vê o filho crescer, feliz.
“Uma vez que nós tivermos um tratamento com sucesso do câncer de mama, não há contraindicação de se engravidar”, explica a médica a Adriana.
“Nossa, muito boa notícia isso”, comemora a securitária Adriana Mendes.
Ela precisava mesmo de boas notícias. Com 32 anos de idade, recebeu diagnóstico de câncer de mama, justamente quando se preparava para realizar o sonho de ser mãe.
“Ela falou que eu poderia ter problema para engravidar. Aí eu fiquei muito mal. Foi um baque muito maior do que saber que eu estava com câncer”, conta Adriana.
“Ela disse: está com câncer de mama e vais ter que fazer mastectomia radical, quimioterapia e não se sabe se tu vais conseguir ter filhos’”, lembra a promotora de Justiça Débora Cardoso.
Muitos médicos ainda não recomendam a gravidez depois do tratamento. O que se imaginava é que não engravidar seria um modo de evitar o reaparecimento do tumor.
Era um raciocínio lógico. As células de câncer de mama se reproduzem e se alimentam usando os hormônios. E a gravidez é uma explosão de hormônios no organismo da mulher. Portanto, a gravidez faria ressurgir o tumor. E o conselho dos médicos era: não engravide. Só que os casos de mulheres que engravidaram por acaso acabaram provando que a realidade é diferente.
Foi o médico egípcio Hatem Azim que trabalha no Hospital Jules Bordet, na Bélgica, quem juntou vários estudos feitos ao redor do mundo para afirmar que mulheres que engravidam depois do tratamento de câncer de mama não têm risco maior de ter uma recaída do que as outras. “Eu sou a prova vida da pesquisa”, afirma a promotora de Justiça Débora Cardoso.
A pesquisa também mostra mais: que a gravidez seguida de amamentação pode ter um efeito protetor, diminuindo as chances de o tumor voltar. As conclusões são da observação de casos.
Mas o médico explica que a ciência ainda não entende bem por que isso acontece. Pode ser a própria explosão hormonal, que teria efeito inverso do que se pensava. Ou talvez os anticorpos produzidos pela mulher contra células estranhas do feto, que matariam também as células de câncer. Mas tudo isso precisa ainda ser confirmado.
A doutora Solange Sanchez, que há anos encoraja as pacientes que querem engravidar, comemorou o novo estudo: “Tirar o mito de que a gravidez vai fazer com que essa paciente evolua mal da doença, tenha uma recaída, que a gravidez possa ser culpada pelo retorno da doença, isso pra mim é um mérito muito importante desse trabalho”.
Mas ela tem uma ressalva: mesmo se for protetora, a gravidez não é tratamento. “Substituir um tratamento por uma gravidez nesse momento não tem um embasamento científico realmente. A meu ver, não deve ser recomendado”, diz a médica.
A relação entre gravidez e câncer de mama é uma preocupação recente da medicina. É que até 20 anos atrás, um caso de câncer de mama em uma mulher jovem era extremamente raro. Além disso, as mulheres tinham filhos mais cedo, por volta dos 20 anos. Hoje, as mulheres escolhem esperar para ter filhos, depois dos 30, e doença está aparecendo cada vez mais cedo. Hoje, entre 10% e 15% de todos os casos de câncer de mama no Brasil são na faixa dos 30 anos de idade.
Cristiane tinha 38 anos quando soube de uma vez: estava grávida e com câncer de mama. “Ele falou: ‘Cristiane, a gente vai ter que fazer algumas opções’. Eu falei: ‘Doutor, eu posso ter a neném?’. Ele falou: ‘Pode’. Então, o senhor faz o que for possível”, lembra ela.
Mariana chegou prematura, mas cheia de saúde. “Amamentei só com uma mama, amamentei até o quinto mês”, conta Cristiane.
Adriana, por medo de não poder engravidar, congelou óvulos antes de começar a quimioterapia. “Cheguei a discutir barriga de aluguel com a minha irmã, minha tia, minha prima, minha outra irmã, muita gente que apareceu e falou: ‘Olha, se precisar de uma barriga de aluguel, estou aqui, pode me usar’”, admite.
Hoje, ela já acha que não vai precisar dessa ajuda toda. E Debora, enquanto toma remédios para prevenir uma eventual volta do tumor, vê o filho crescer, feliz.
A vida não passa a mão na cabeça de ninguém, é
preciso acostumar-se com isso, vamos cair, vamos sofrer, vamos nos
decepcionar, o que não podemos é perder a fé, perder a alegria, e a
vontade de ser feliz! nada pode ser obstáculo entre você e os seus
sonhos!
FONTE: http://fantastico.globo.com/
* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.
quinta-feira, 1 de março de 2012
NO DIA DA FORMATURA, COLEGAS RASPAM A CABEÇA E EMOCIONAM AMIGO COM CÂNCER

Algumas histórias
são boas de contar e outras ainda melhores pela emoção que faz até quem é
repórter há 20 anos sentir o olho lacrimejar. Na noite de quinta-feira,
alunos do curso de Engenharia Ambiental da UFMS produziram uma dessas
notícias. No Teatro Glauce Rocha, os rapazes da turma emocionaram os
convidados ao aparecerem carecas na cerimônia de colação de grau, uma
homenagem ao colega também sem cabelos, mas por consequência da
quimioterapia.
Há menos de um mês, Jaito Mazutti Michel, 24 anos, descobriu um tumor no joelho, maligno. As aulas na faculdade já haviam terminado e só quando os colegas se reuniram para o ensaio da formatura confirmaram a doença.A ideia de se solidarizar com a careca de Jaito veio de supetão. Assim que ele virou as costas, os 23 homens da turma resolveram fazer a homenagem. Depois do ensaio, seguiram para o Salão do Gaúcho, perto da universidade, e um a um o grupo foi raspando o cabelo.
Tudo foi gravado e transformado em um clipe ao som de Jack Jhonson. Na noite da colação, veio a surpresa. Jaito entrou por uma porta lateral, por conta da dificuldade de locomoção, já que esta usando muletas. Na entrada principal, os meninos sorriam a cada passada de mão na careca. Sentado ainda entre as cadeiras da platéia, com cara de quem não sabe de nada, Jaito só descobriu a malandragem dos colegas quando a mestre de cerimônias anunciou o clipe. A introdução do amigo no vídeo, explicando o motivo da ida em massa ao salão naquele mesmo dia, arrancou a primeira lágrima do homenageado que ao ver as imagens reproduzirem o desapego as madeixas de alguns mais cabeludos que os outros caiu no choro, levando junto a família inteira e quem estava por perto.
A plateia ficou muda, sem saber que a tal doença falada no clipe era algo tão perigoso como o câncer. Ao fim do clipe, depois de limpar o rosto molhado e reposicionar os óculos no rosto, Jaito foi chamado para subir ao palco e sentar em uma das cadeiras destinadas aos formandos e, provavelmente, poucos foram tão aplaudidos quanto ele no dia da formatura. A cerimônia seguiu com a entrada dos colegas sem cabelo ao chamado do cerimonial, todos com sorriso aberto para Jaito, que retribuiu no mesmo tom e com serenidade.
No discurso, a voz faltou várias vezes, mas Izabella conseguiu dizer que “quando nossos filhos, no futuro, assistirem ao clipe e perguntarem porque todos estavam carecas, vamos dizer que PARA UM AMIGO SE SENTIR MELHOR, FAZEMOS QUALQUER COISA."
fonte: facebook e Record
* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.
* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.
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Pensamentos e Reflexões
BENJAMIN CONSTANT

Benjamin Constant Botelho de Magalhães
Político, militar e professor brasileiro nascido em no Porto do Meyer, freguesia de São Lourenço, Niterói, Estado do Rio de Janeiro, em 10 de fevereiro de 1837 um dos fundadores da república, autor da divisa Ordem e Progresso da bandeira brasileira (1890) e um grande divulgador do positivismo no Brasil. Filho do português Leopoldo Henrique Botelho e da gaúcha Bernardina Joaquina da Silva Guimarães, passou uma parte de sua infância em Macaé, Magé e Petrópolis, onde o pai estabeleceu-se com uma padaria. Ainda criança sua família mudou-se para Minas Gerais, onde seu pai foi administrar uma fazenda do Barão de Lage. Com a morte do pai (1849) sua mãe, não suportando o choque e os sofrimentos subseqüentes, tendo cinco filhos para sustentar e educar, enlouqueceu.
Ainda adolescente suportou estas provações, foi para o Rio de Janeiro e assentou praça no Exército (1852), aperfeiçoando-se em engenharia na Escola Central. Iniciou sua carreira no magistério como explicador de matemática elementar para os alunos da Escola Militar (1854). Foi promovido a Major (1855) e passou a estudar astronomia no Observatório do Rio de Janeiro (1861-1867). Esteve na Guerra do Paraguai de onde foi obrigado a retornou ao Brasil devido a ser atacado pela febre palustre. Ingressou no magistério da Escola Militar do Rio de Janeiro, como professor coadjuvante do curso superior (1872), foi professor de matemática no Imperial Colégio de Pedro II e fundou a Escola Normal Superior (1880), sendo seu professor, e o Clube Militar (1887), do qual foi presidente.
Ainda adolescente suportou estas provações, foi para o Rio de Janeiro e assentou praça no Exército (1852), aperfeiçoando-se em engenharia na Escola Central. Iniciou sua carreira no magistério como explicador de matemática elementar para os alunos da Escola Militar (1854). Foi promovido a Major (1855) e passou a estudar astronomia no Observatório do Rio de Janeiro (1861-1867). Esteve na Guerra do Paraguai de onde foi obrigado a retornou ao Brasil devido a ser atacado pela febre palustre. Ingressou no magistério da Escola Militar do Rio de Janeiro, como professor coadjuvante do curso superior (1872), foi professor de matemática no Imperial Colégio de Pedro II e fundou a Escola Normal Superior (1880), sendo seu professor, e o Clube Militar (1887), do qual foi presidente.
Foi promovido a tenente (1888) e nesse mesmo ano recebeu a patente de Coronel. Presidiu a sessão do Clube Militar (09/11/1889) em que foi decidida a queda da monarquia e garantiu o apoio de Deodoro da Fonseca, militar prestigiado pela crise (1885) e pela vitória do abolicionismo. Proclamada a república, integrou o governo provisório, na pasta da Guerra, e foi aclamado general-de-brigada (1890), passou a dirigir o Ministério de Instrução Pública, Correios e Telégrafos, no qual elaborou uma reforma de ensino de nítida orientação baseada nos ensinamentos de Auguste Comte, idealizador do positivismo: a ditadura republicana dos cientistas e a educação como prática anuladora das tensões sociais.
Por sua firmeza de opiniões e sem jamais abandonar seus ideais, depois de um desentendimento com o Marechal Deodoro, abandonou a política.
Benjamin Constant também foi o terceiro Diretor do antigo Imperial Instituto dos Meninos Cegos, instituição criada em 1854 por d. Pedro II para cuidar da edução de crianças com deficiência visual.
Adoeceu e infelizmente morreu praticamente indigente pouco depois de completar 58 anos, em Jurujuba, Niterói. Seu féretro foi colocado sobre a mesa onde foram lavrados os primeiros atos do governo provisório. Serviram-lhe de manto fúnebre as bandeiras que suas filhas haviam bordado para as escolas militares, as primeiras bandeiras da república, onde já se lia as palavras Ordem e Progresso.
Suas principais obras foram Memórias sobre a Teoria das Quantidades Negativas e Relatório sobre a Organização do Ensino dos Cegos.

Em virtude de ter permanecido por longos anos à frente dessa instituição, em 1890 o governo provisório da recém-proclamada República renomeou-a como Instituto Benjamin Constant - que, apesar de inativo em alguns períodos, permanece em franca atividade até os dias atuais.
Além disso, em 1972 o governo brasileiro transformou a antiga residência de Benjamin Constant, no bairro de Santa Teresa, no município do Rio de Janeiro, no Museu Casa de Benjamin Constant, como uma homenagem - ainda que tardia - a esse valoroso líder político. Esse museu expõe para o público em geral a casa conforme ela arrumava-se no final do século XIX, quando lá morou Benjamin Constant. Para o público acadêmico, realiza pesquisas de caráter histórico e sociológico sobre o Brasil de fins do século XIX e início do século XX.
A Família de Benjamin Constant
Benjamin Constant conheceu Maria Joaquina Bittencourt Costa (1848-1921) no Imperial Instituto dos Meninos Cegos, instituição da qual era professor e que tinha como diretor o médico Claudio Luís da Costa, que se tornaria seu sogro. Benjamin Constant se casou com Maria Joaquina em 1863, tendo ele 26 anos e ela apenas 15 anos de idade.
O casal teve 8 filhos, sendo que destes dois meninos faleceram ainda nos primeiros anos de vida. Os filhos do casal foram: Aldina (1864-1938), Adozinda (1866-1942), Alcida (1869-1957), Leopoldo (1870-71), Benjamin (1871-1901), Bernardina (1873-1928), Claudio (1875-78) e Araci (1882-1961).
Benjamin Constant conheceu Maria Joaquina Bittencourt Costa (1848-1921) no Imperial Instituto dos Meninos Cegos, instituição da qual era professor e que tinha como diretor o médico Claudio Luís da Costa, que se tornaria seu sogro. Benjamin Constant se casou com Maria Joaquina em 1863, tendo ele 26 anos e ela apenas 15 anos de idade.
O casal teve 8 filhos, sendo que destes dois meninos faleceram ainda nos primeiros anos de vida. Os filhos do casal foram: Aldina (1864-1938), Adozinda (1866-1942), Alcida (1869-1957), Leopoldo (1870-71), Benjamin (1871-1901), Bernardina (1873-1928), Claudio (1875-78) e Araci (1882-1961).
fonte: http://www.brasilescola.com; wikipedia
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