sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

VÍDEO: INCLUSÃO, UM ATO DE AMOR

CHAMADA MEC: ÍNDIOS SURDOS

BABY WORDSWORTH

Esse é um programa fofo onde as crianças aprendem ao mesmo tempo e de forma lúdica o Inglês escrito e a ASL (Língua de Sinais Americanas).


A participação especial é de Marlee Matlin

TRECHO DE JERICHO

Com o fundo musical: The Voice Within
em inglês...

TRECHO DO FILME: AMY - ALANA DE ROMA

sábado, 15 de janeiro de 2011

PROPAGANDA APPLE I PHONE 4 FACE


Lembra aquela propaganda da vivo, porém essa é mais emocionante... 
Ao vê-la, vocês entenderão porque...

ANDY IN C MINOR: PROGRAMA ARQUIVO MORTO - TEMPORADA 5 - EPISÓDIO 514 - ANO 2008

Andy in C Minor é o tema do episódio.

No ano de 2006, um jovem surdo, Andy Rierman, desapareceu sem deixar pistas. Agora, 2 anos após o fato ocorrido, depois de encontrar uma nova prova — uma marca de sangue detectada por sensores de todo um piano e no chão — no depósito da escola especial para surdos que o rapaz frequentava, a equipe une seus esforços para encontrar o corpo e o assassino do estudante.

Quando o corpo de Andy é finalmente encontrado, surge um fato curioso. Andy havia feito o implante coclear, o que também contribuiu para sua morte.

A princípio parece muito chocante ao ler o que esclareço aqui, mas ao ver as cenas, verão que a música de fundo contribui para amenizar o peso da cena da morte do garoto.

Muito interessante ver os discursos e argumentos dele com a família, namorada e amigo, tentando impor sua vontade e provar que pode ser independente. 
Mas... infelizmente... mais uma vez, esse é para quem compreende inglês.


SURDA TOCANDO VIOLINO... PROPAGANDA PANTENE...

mais um em inglês...
Mas... mesmo sem entender o que está sendo dito, qualquer um se emociona...

REPORTAGEM: PAPAI NOEL SE COMUNICA EM LIBRAS COM CRIANÇAS SURDAS


Essa também é em inglês...
Estamos precisando de um PAPAI NOEL desses aqui em Fortaleza
hehehehe

REPORTAGEM: DANÇARINOS CHINESES SURDOS CONSEGUEM FAMA EM BEIJING



é preciso saber inglês para compreender a reportagem...

sábado, 1 de janeiro de 2011

ORAÇÃO DA CRIANÇA ESPECIAL

FAZ UM MILAGRE EM MIM - VERSÃO NILTON CÂMARA

FAZ UM MILAGRE EM MIM - VERSÃO REGIS DANESE

O MELHOR DA VIDA VAI COMEÇAR...

MARCAS DO QUE SE FOI...

ESSE ANO QUERO PAZ NO MEU CORAÇÃO
QUEM QUISER SER MEU AMIGO QUE ME DÊ A MÃO
O TEMPO PASSA E COM ELE CAMINHAMOS TODOS JUNTOS SEM PARAR
NOSSOS PASSOS PELO CHÃO VÃO FICAR...

MARCAS DO QUE SE FOI...
SONHOS QUE VAMOS TER
COMO TODO DIA NASCE NOVO EM CADA AMANHECER...

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

IMAGINE... POR GLEE...


PROPAGANDA HAVAIANAS... SÓ PARA DESCONTRAIR!!!

OS SÍMBOLOS MAIS COMUNS PARA A COMUNICAÇÃO NO MUNDO

 

As pessoas com deficiências auditivas podem expressar algo sobre alguma coisa, sinalizando o objeto ou olhando para ele. Por exemplo, se a pessoa quer sair para a rua pode apontar a porta. 
Os problemas com este tipo de comunicação aparecem quando o objeto ao que aponta ou indivíduo pode signifcar várias coisas. Por isso, é importante que a pessoa com quem se está comunicando lhe faça várias perguntas que se contestem com sim ou não, para determinar exatamente o que quer dizer.

Símbolos figurativos:
Existem vários tipos de símbolos, de 2 e 3 dimensões, que se podem utilizar para representar um objeto. Fotografias, PCs, hieroglíficos, "picsyms", símbolos pictóricos e "blissymbols", a seguir encontrará uma pequena descrição de cada um deles:

Fotografias
as fotos normais, em branco e preto ou coloridas, podem ser utilizadas para representar objetos, atividades, lugares, verbos e pessoas.

Comunicação por meio de desenhos simples (PCS)
os desenhos simples podem representar um objeto.

hieroglíficos
Uma representação de palavras ou sílabas com fotografias de objetos.

Picsyms
Picsyms é a combinação de desenhos já feitos com outros que fazem os usuários. A idéia deste método é dar ao usuário um símbolo e permitir que ele crie outros para expandir seu vocabulário.

Sigsymbols
Sigsymbols incorpora o uso de gráficos, ideogramas e sinais manuais. Quando os gráficos e os ideogramas não se podem usar para representar uma idéia abstrata, se utilizam os sinais manuais.

Símbolos pictográficos e ideográficos para a comunicação
Os símbolos pictográficos e ideográficos para a comunicação (PIC) são gráficos e ideogramas. Se diferenciam do método anterior porque este método faz os símbolos brancos sobre fundo negro.

Blissymbols
Consiste em gráficos, ideogramas e símbolos arbitrários. Estes símbolos representam idéias abstratas de conceitos e normalmente se entendem pior que os símbolos antes mencionados. Porém, blissymbols proporcionam mais temas e permitem ao usuario aumentar seu vocabulário.

Sistema de símbolos abstratos
Este sistema utiliza símbolos que não representam seu significado. O sistema de símbolos mais comum é o Yerkish.

Símbolos ortográficos
a ortografía tradicional representa as letras de um sistema linguístico específico ou no nosso caso, alfabeto português. Os sinais ortográficos mais conhecidos são o braille e o código morse.

Código morse
o código morse é um método de comunicação, um sistema de símbolos internacional que representa letras, números e sinais de pontuação, utilizando séries de pontos e guiões. O código morse está tomando muita importância entre pessoas com incapacidades porque é muito rápido.

Braille
O braile é um símbolo táctil que utilizam as pessoas com descapacidade visual para ler ou escrever. Os caracteres do braille estão formados por combinações de seis pontos em duas colunas. Estes caracteres representam letras, palavras e partes de palavras. Como o código morse, o braile se usa internacionalmente, ainda que em muitos países mudem alguns códigos para adaptá-lo a sua língua.

* infelizmente recebi esse documento sem fonte, porém, vale a intenção e espero que sirva para todos.

FELIZ ANO NOVO EM LIBRAS


BILL CLINTON

 

William "Bill" Jefferson Clinton, nascido em Hope, Arkansas, 19 de Agosto de 1946, mais conhecido como Bill Clinton, foi o 42º presidente dos Estados Unidos, por dois mandatos, entre 1993 e 2001. Antes de servir como presidente, Clinton foi governador do estado do Arkansas por cinco mandatos.

O problema  auditivo do ex-presidente BILL CLINTON  foi causado por ouvir música com volume muito alto durante a sua juventude na época em fazia parte de uma banda na qual tocava saxofone.


O político usa um aparelho de audição sem preconceito algum, o que foi de extrema importância na sua vida de homem público. A deficiência auditiva é uma das principais causas do envelhecimento social do indivíduo, que se caracteriza pela perda da interação com as outras pessoas e pelo desligamento do idoso da sociedade.

JULIO CESAR: EX- JOGADOR DO CORINTHIANS

 


Antes de perder a audição, jogou futebol profissional em equipes como: Palmeiras, Corinthians (“Democracia Corintiana”), Ponte Preta, Comercial de Ribeirão Preto, Antuerpen da Bélgica, etc), na década de 1980.

Após encerrar carreira, trabalhou por 10 anos na multinacional Pirelli, como vendedor, gerente e supervisor de vendas.

Atualmente, trabalha com crianças e jovens surdos. Desenvolveu o PROJETO “EDUCAÇÃO INTEGRAL DO SURDO ATRAVÉS DO ESPORTE”, o qual se dedica há cerca de dez anos, coordenando aulas em três escolas especiais municipais de São Paulo, que já beneficiaram milhares de crianças surdas.

Paralelamente, escreveu o livro “JOGADAS DA VIDA”, com o principal objetivo de expor a trajetória de sua vida (jogador, vendedor, início da surdez e trabalho de educador de surdos), proporcionando oportunidades para reflexão sobre como é possível adquirir e/ou modificar conceitos éticos, morais e espirituais, através do autoconhecimento adquirido pela superação de obstáculos durante o desencadear destes acontecimentos.

Atualmente, sua principal atividade passou a ser suas palestras e cursos de treinamento, focados para a área de vendas, área médica em clínicas/hospitais, entre outras, quando aborda temas importantes como:
EXCELÊNCIA EM ATENDIMENTO, TRABALHO EM GRUPO, ÉTICA PROFISSIONAL, MARKETING PESSOAL, VENDAS, NEGOCIAÇÃO ETC.

Cada curso é preparado para a área de atuação da empresa contratante, e através de olhar analítico de educador, Julio César aproveita toda sua experiência para proporcionar desenvolvimento pessoal e profissional.

"Escrevo este artigo com a sincera intenção de contribuir para que a enorme distância que separa a sociedade da comunidade surda, seja cada vez mais estreita, possibilitando a convivência de maior qualidade entre ambas.


Após ter ficado surdo, fato que ocorreu aos 32 anos de idade, tenho me dedicado a ajudar pessoas com este tipo de deficiência. Principalmente crianças e adolescentes.


Por ser ex-jogador de futebol, desenvolvi projetos educacionais para surdos através do esporte, e por intermédio da secretaria de esportes da cidade de São Paulo, introduzimos o projeto nas escolas especiais municipais para surdos.


Paralelamente a este programa de esportes, venho há anos observando os motivos que levam a comunidade surda a estar infinitamente menos qualificada que a comunidade ouvinte e que, evidentemente, precisam ter uma vida plena e normal, pois somente o fato de não ouvirem, não justificaria tamanha desigualdade.


O maior motivo, sem sombra de dúvida, é o preconceito e a educação deturpada que o surdo recebe desde pequeno pela sociedade de uma forma geral, que não consegue qualificá-lo a ocupar o seu lugar de direito. Isso contribui para sedimentar o comportamento de incapacidade do surdo, imposto por uma sociedade preconceituosa e ignorante dos fatos.


É óbvio que qualquer deficiência que uma pessoa tenha, necessitará de alguns cuidados especiais. No caso do surdo, estes cuidados são muito pequenos. Com um pouco de atenção e paciência, esta barreira da comunicação se desmorona, proporcionando a ambos uma vivência plena e abrangente.


A base de tudo
Os transtornos têm início na família. A partir da constatação da surdez. Principalmente em crianças pré-linguísticas, (antes de aprender a falar, ler e escrever). Após o processo de aceitação dos fatos, (nenhum pai está preparado para um filho deficiente), a família começa a procurar uma forma de conseguir conviver com o problema da forma mais natural possível. Mas quase sempre esbarra na falta de recursos financeiros para contratar profissionais habilitados a qualificar o surdo como: fonoaudiólogos, escolas especializadas em educar crianças com este tipo de deficiência, curso de LIBRAS, (linguagem brasileira de sinais), para a família se comunicar com o filho, etc...


Não conseguindo, portanto, obter uma comunicação satisfatória entre o filho surdo e a família ouvinte, inicia aí o processo de exclusão, afinal é mais fácil ignorar o surdo que tentar se fazer entender por ele. Nasce então o sentimento de incapacidade que gera a frustração a ambos, e normalmente a família compensa o sentimento de culpa, permitindo o comportamento abusivo sem nenhuma imposição de limites ou de responsabilidade a este filho. Este, por sua vez, se aproveita ao máximo da situação, aprendendo desde cedo a usar a chantagem emocional, (síndrome do coitado) e não a capacidade, como forma mais fácil de atingir seu objetivo. Entretanto, mal sabe o ônus e as dificuldades que estará acumulando para conquistar uma vida adulta independente e feliz.


Após alguns anos vivenciando este relacionamento neurótico com a família, o surdo chega à escola. Teoricamente, a escola especial, deveria ser o local no qual os jovens pudessem de fato se qualificar para enfrentar os obstáculos normais da vida futura, somados aos obstáculos específicos que terão devido à surdez.


Porém para isso deveria ser observado pelos órgãos governamentais competentes, o espaço físico adequado, equipado com tudo que o surdo necessita para ser educado de forma condizente com sua deficiência. Os profissionais - porteiros, cozinheiras, inspetor de aluno, etc, que ali trabalham, deveriam ser capacitados a se comunicar com o surdo, bem como participarem de cursos básicos de conhecimento da pedagogia aplicada para conseguirem ensinar ética e educação aos alunos.


Entretanto, o quadro deprimente que existe em algumas escolas, que não contam sequer com uma quadra esportiva em suas dependências, para o desenvolvimento das atividades física, esportiva ou recreativa para os alunos, mostra o tamanho do descaso do governo e da sociedade de uma forma geral, pelo deficiente auditivo.


Os professores
Os professores em sua maioria são pessoas responsáveis, que tem plena consciência da importância do bom desempenho das suas disciplinas na vida do surdo, porém, esbarram na falta de estrutura e na burocracia do sistema para resolver os problemas operacionais básicos no dia a dia da escola. Soma-se a isso os baixos salários dos professores e a falta de tempo para reciclagem profissional. Instala-se assim o desanimo e a frustração nestas pessoas que deveriam estar motivados a serem além de professores, também educadores destas crianças.
Não tenho a mínima intenção de desmoralizar os responsáveis pela educação do surdo, até porque sou um deles, mas é demasiado importante divulgar para a sociedade todas as dificuldades que temos que transpor em nosso cotidiano profissional, para tentarmos nos manter motivados a continuar atuando.


Especificamente em minha área, a educação física, percebemos que essa disciplina não foi instituída de fato nas escolas especiais municipais para surdos. Não havendo, por exemplo, o professor de educação física em nenhuma delas. E para se fazer cumprir a lei que obriga todo órgão de ensino a ministrar três aulas de educação física semanais, as escolas que não contam com um profissional habilitado para esta disciplina, designam um pedagogo, para cumprir esta função, mesmo que ele não tenha qualquer conhecimento, principalmente prático, desta matéria.


Segundo a direção das escolas, para que um professor de educação física possa prestar concurso público municipal, e se efetivar como professor nas escolas especiais, ele tem que apresentar currículo contendo pós-graduação em deficiência física, (abrange todas as deficiências), e curso básico em LIBRAS, (linguagem brasileira de sinais). Como os poucos profissionais que existem tendo estes requisitos preferem trabalhar em instituições particulares, não só pelas melhores condições de trabalho, mas também por melhores salários, o aluno do ensino municipal fica sem a oportunidade de desenvolver todos os benefícios que o esporte e a atividade física poderia lhes dar.


Reconheço que a lei que regulamenta as exigências acima descritas foi sancionada para que se preservasse o aluno surdo, de profissionais que não estivessem aptos a desenvolver esta atividade. Deste modo é de fato necessário observar certos critérios na contratação destes profissionais. NO ENTANTO, AQUI COMO EM OUTRAS SITUAÇÕES, A LEI ENTRA EM CHOQUE COM A REALIDADE DE UM PAÍS SEM RECURSOS, OU PELO MENOS NO QUAL OS RECURSOS NEM SEMPRE SEGUEM NA DIREÇÃO CERTA.


À LUZ DA REALIDADE E DAS NECESSIDADES DOS DEFICIENTES SURDOS E OUTRAS CATEGORIAS, É CLARO, acredito que se poderia amenizar as exigências, e melhor adaptar as leis, às exigências do surdo. Entendo que as leis são criadas para regular e beneficiar a grande maioria da população, mas é justo dizer que a partir do momento que se tornam arcaicas, obsoletas, ou simplesmente impraticáveis, deveriam ser revogadas ou, no mínimo, recicladas para atender seu real objetivo.


Uma observação mais apurada deixará claro que fisicamente o aluno surdo e o aluno ouvinte estão no mesmo patamar de aprendizado, e a única dificuldade que qualquer profissional de educação física enfrentaria, em princípio, seria a barreira da comunicação. Porém, ressalto que este entrave seria mínimo se levarmos em consideração que muitos destes alunos conseguem escutar relativamente bem com o auxílio de aparelhos auditivos, muitas vezes sendo intérpretes para os demais. Sem levar em consideração que pela importância de se realizar esta disciplina a todos os alunos, não seria inoportuno dizer que o custo em virtude do benefício seria nulo ou baixíssimo para qualquer município que tivesse a iniciativa de fazer parceria, ou mesmo contratar intérpretes formados em instituições reconhecidas pelo governo, (FENEIS), para desempenharem suas funções, dando suporte inicial aos profissionais de educação física.


Desta forma conseguiríamos democratizar de fato a educação física nas escolas, propiciando a todos os alunos surdos a oportunidade de se educarem e qualificarem através do esporte no que diz respeito ao desenvolvimento: Físico, psicológico e social.


Conclusão
Urge, portanto, que os responsáveis pelo ensino do surdo ousem mudar, criar, e estabelecer uma pedagogia educacional onde cada educador seja operante e responsável em contribuir cada vez mais com a qualidade do ensino do surdo. Somente assim estaremos realizando com responsabilidade nossa nobre função de educadores, contribuindo para uma sociedade mais justa onde todos tenham direito à verdadeira inclusão social".


fonte: http://jogadasdavida.blogspot.com