quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

A LITTLE BIT STRONGER EM ASL


ABAIXO O "TER". VIVA O "SER"


PARA REFLETIR: SERÁ QUE APENAS REMÉDIO RESOLVE?


DESISTIR É UMA PALAVRA MUITO IDIOTA, NÃO?!


VALERIE SUTTON



Bom, essa postagem hoje é especial porque é o aniversário de Valerie, e gostaria de deixar registrado o quanto ela é importante para todos que trabalhamos com surdos como para os próprios surdos! 

Well, this post is special because today is the birthday of Valerie. I would like to show how important she is for us: deaf people and professional who works with deaf people! Valerie, darling! happy bday to you! We wish you all the best! xxx! Lília and Marcio

TRECHO RETIRADO DE SEU PERFIL NO FACEBOOK:
"Hello! My name is Valerie Sutton. Happy to meet you!
Back in 1974, I developed a way to read and write all body movement, Sutton Movement Writing. There are five sections: DanceWriting, SportsWriting, MimeWriting, GestureWriting and SignWriting...
SignWriting is a way to read and write any sign language in the world. It is used in over 40 countries to write different sign languages. Visit the SignWriting Site: http://www.signwriting.org/
You can write your own sign language dictionaries and literature with SignPuddle Online: http://www.signbank.org/signpuddle"

"Wow! Wonderful to be alive! Thank you for your birthday messages. I appreciate it, smile, Val ;-)"

Segue abaixo um resumo da vida e obra de Valerie:

Valerie Sutton, era dançarina e desenvolveu a DanceWriting.  Baseado nisso, 2 anos após, resolveu criar o SignWriting. Foi, então, na Dinamarca registada a primeira página de uma longa história: a criação de um sistema de escrita de línguas gestuais. Conforme os registos feitos pela Valerie Sutton na homepage do SignWriting, em 1974, a Universidade de Copenhague solicitou a ela que registrasse os gestos gravados em vídeo. As primeiras formas foram inspiradas no sistema escrito de danças.

Embora não tenha sido o primeiro sistema de escrita para línguas gestuais, a SignWriting foi a primeira que conseguiu representar adequadamente as expressões faciais e as nuances de postura do gestuante, ou a incluir informações como, por exemplo, se a frase é longa ou curta. É o único sistema que é usado em base regular, por exemplo, para publicar informações universitárias em ASL, etc.

Em 1977, o Dr. Judy Shepard-Kegl organizou o primeiro workshop sobre SignWriting para a Sociedade de Lingüística de Nova Inglaterra, nos Estados Unidos. Nesse ano, o primeiro grupo de surdos adultos a aprender o sistema foi um grupo do Teatro Nacional de Surdos, em Connecticut. A primeira história escrita em SignWriting publicada foi: Goldilocks and the three bears. Em 1978, as primeiras aulas em vídeo foram editadas. Em 1979, Valerie Sutton trabalhou com uma equipe do Instituto Técnico Nacional para Surdos, em Rochester, prestando assistência na elaboração de uma série de panfletos, chamados The Techinical Signs Manual, que usaram ilustrações em SignWriting.

Na década de 1980, Sutton apresentou um trabalho, no Simpósio Nacional em Pesquisa e Ensino da Língua de Sinais, intitulado Uma Forma de Analisar a ASL e Qualquer Outra Língua Gestual Sem Passar Pela Tradução da Língua Falada. Depois disso, SignWriting começou desenvolver-se cada vez mais. De um sistema escrito à mão, passou a um sistema possível de ser escrito no computador.

Através do computador, o SignWriting começou a tornar-se muito mais popular nos Estados Unidos. O sistema evoluiu ao longo dos anos.

Antigamente, usuários da língua de sinais não tinham como escrever na sua própria língua. Isto quer dizer que para escrever usam o português escrito, a sua segunda língua. Nesta língua encontram muitas dificuldades de expressão. A produção escrita dos surdos é quase inexistente, limita-se a comunicações básicas efetuadas com dificuldade. Na leitura, por norma, mesmo depois de muitos anos de escolaridade, a compreensão é limitada. Com o SignWriting, existe a possibilidade de os Surdos escreverem no seu próprio idioma, sem terem de usar uma língua oral.


FONTE: WIKIPEDIA e Valerie's FACEBOOK

CAMPANHA: LEGENDA PARA QUEM NÃO OUVE, MAS SE EMOCIONA!

domingo, 19 de fevereiro de 2012

ATITUDE É ISSO!!!

HALTEROFILISMO PARA DEFICIENTES


Os atletas executam um movimento denominado supino, em que ficam na posição deitada em um banco. O movimento começa no momento em que tiram a barra do apoio – com ou sem a ajuda do auxiliar central – deixando o braço totalmente estendido e flexionam o braço descendo a barra até a altura do peito. Em seguida, elevam-na até a posição inicial, finalizando o movimento. Competem nesta modalidade atletas com deficiência física nos membros inferiores ou paralisia cerebral. As categorias são subdivididas pelo peso corporal de cada atleta. São dez femininas e dez masculinas. O atleta tem direito a três tentativas de realizar o movimento e a de maior peso será validada. Durante a execução do movimento, vários critérios são observados pelos árbitros, como o começo do movimento a partir do sinal sonoro emitido pelo árbitro central, a execução contínua do movimento e a parada nítida da barra no peito.


Classificação funcional
É a única modalidade em que os atletas são categorizados por peso corporal, como no halterofilismo convencional.


Histórico
A primeira vez na qual o halterofilismo paraolímpico apareceu numa Paraolimpíada foi em 1964, na capital japonesa Tóquio. Na época, o esporte era usualmente chamado de “Levantamento de Peso”. A deficiência dos atletas era exclusivamente a lesão de coluna vertebral. Desde então até os Jogos de Atlanta-96, a participação foi exclusivamente masculina. Quatro anos depois, em Sydney, as mulheres competiram pela primeira vez. Atualmente, 109 países dos cinco continentes possuem halterofilistas paraolímpicos.

Os brasileiros fizeram sua estréia paraolímpica em Atlanta-96. Marcelo Motta foi o representante nacional. Em Sydney-2000, Alexander Whitaker, João Euzébio e Terezinha Mulato competiram. Três anos depois, no Parapan de Oklahoma, Estados Unidos, Marcelo Motta ganhou o ouro, batendo o recorde das Américas na categoria até 60kg. João Euzébio (até 82,5kg) e Terezinha Mulato (até 60kg) ganharam uma prata cada. Walmir de Souza (até 75kg) levou o bronze. Ainda em 2003, nos Jogos de Stoke Mandeville, Alexander Whitaker se sagrou campeão mundial na categoria até 67,5kg. Com este resultado, o halterofilista se tornou recordista parapan-americano. Whitaker e Euzébio representam o Brasil em Atenas.



FONTE: http://www.deficientesemacao.com/  



* O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR.

ACESSIBILIDADE LEVADA A SÉRIO

 

“Quando a acessibilidade é pensanda no início, o resultado pode ser criativo, atraente e funcional.”

sábado, 18 de fevereiro de 2012

SUPERANDO DIFICULDADES...



" Que as dificuldades que eu enfrentar ao longo do caminho não me roubem a capacidade de encanto..."

PENSAMENTO DE WILLIAM STOKOE

 

"Línguas dependem do cérebro humano, não do ouvido humano".
 
(William Stokoe)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

SOU SURDO E NÃO SABIA...

PROFISSIONAIS DA NASA UTILIZAM LÍNGUA DE SINAIS PARA SE COMUNICAR NO ESPAÇO

SIGNMARK - MÚSICA: SPEAKERBOX

KEITH NOLAN - PRIMEIRO MILITAR SURDO

Sinalizado em ASL e traduzido/interpretado em inglês...


UMA AULA DE MÚSICA DIFERENTE: SURDOS SENTEM O SOM ATRAVÉS DE AUSCUTADORES VIBRATÓRIOS

TECNOLOGIA TAMBÉM PODE AFASTAR AS PESSOAS



A finalidade desse vídeo é fazermos uma reflexão...
Sempre se fala na necessidade da tecnologia para ajudar aos deficientes e demais pessoas..
Porém, às vezes ficamos tão presos a ela q nos esquecemos de viver nossas vidas naturalmente e de forma saudável...

TRANSIENTS



Transients (ou sua tradução em português: Transitórios) é um drama curta metragem.  

O filme retrata o encontro entre dois artistas que se reúnem em um festival de artes: Sandrine (Sherer Teal), uma artista ambiental cujas percepções da arte e da natureza têm sido muito afetadas por sua deficiência recente, e Sal (Douglas Ridloff), um músico surdo e poeta cujas batalhas pessoais colidem frequentemente com aqueles ao redor dele.  

O filme explora as questões de comunicação, habilidade, identidade e confiança, como as personagens confrontam verdades sobre si mesmos e uns aos outros.

É legendado e atualmente está sendo enviado para festivais para estrear na Primavera de 2012.

estrelado por:
Sherer Teal como Sandrine
Douglas Ridloff como Sal
Marco Aiello como Gabe

Diretor Escritor / / Produtor Executivo: Rhianon Gutierrez
Produtor Executivo: Loreen Arbus
Produção Executiva: Helena Walter, Thomas Nederostek, Michelle Christie-Adams
Produtores: Catherine MacKinnon, Michael Cox, Eric Soth
Produtor executivo: Eli Steele
Diretor de Fotografia: Kimby Caplan
Editor: Alex Lotz
Editor de Som: Harry Cheney MPSE
Designer de Produção: Andrea Mgebroff
Diretor de Arte: Jade Candace Lewis
Música: Marco Aiello



FONTE: http://transientsfilm.blogspot.com/