
Esse blog é para as pessoas que acreditam e lutam pela melhoria da Educação Especial no Brasil.
quarta-feira, 13 de março de 2013
PRÍNCIPE HARRY COZINHA, DANÇA E ENSINA CRIANÇAS SURDAS EM LESOTO

Na quarta-feira 27/02/13, o terceiro e último dia de sua viagem pelo sul da África, o príncipe Harry de 28 anos fez uma parada no Centro Kananelo para Surdos, onde 70 crianças aguardavam a sua chegada. O Príncipe fez a alegria das crianças carentes surdas, que são atendidas na Kananelo Centre, localizada em Maseru, Lesoto.
Na estrada de terra nas proximidades do centro, dezenas de crianças de outras escolas chegaram para ver a passagem do príncipe, que já havia passado pelo local em 2004.
Simpático como sempre, o monarca dançou, cozinhou (usando um avental com estampa de ursinhos) e participou de uma aula improvisada de linguagem de sinais, ao lado dos alunos do centro .
O príncipe participou de uma dança tradicional com as crianças do centro, que ainda apresentaram uma peça de teatro em linguagem de sinais, para mostrar as habilidades aprendidas no centro.
Ainda no mesmo centro, Harry colocou em prática seus dotes culinários, ao preparar doces parecidos com rosquinhas, que depois foram oferecidos à imprensa.

A Kananelo Centre recebe ajuda da instituição de caridade Sentebale, que foi fundada por Harry e pelo Príncipe Seeiso, de Lesoto.
O filho mais novo do príncipe Charles visitará também uma escola para cegos e um projeto para habitação e água.
Em seguida, ele viajará para Joanesburgo, na África do Sul, para participar de um evento para arrecadação de fundos.
FONTE: http://f5.folha.uol.com.br/
O TEXTO ENCONTRA-SE EM SEU FORMATO ORIGINAL. ERROS GRAMATICAIS E DISTORÇÕES SÃO DE RESPONSABILIDADE DO AUTOR
A CASA DOS ESQUECIDOS - HOSPITAIS PSIQUIÁTRICOS NO BRASIL ATUAL

Por Aislane Oliveira
Passei um bom tempo procurando um título
para poder falar do trabalho incrível da equipe de reportagem do
Conexão Repórter (SBT) apresentada por Roberto Cabrini, no dia 24 de
janeiro de 2013. No entanto, não podia achar título melhor do que o dado
pela própria equipe: A casa dos esquecidos.
A reportagem me instigou a, mais uma vez, escrever sobre a nossa luta
diária para o fechamento de locais como o hospital psiquiátrico mostrado
na reportagem exibida pelo programa. Sabe-se que foi elaborado no dia
18 de maio de 1987, na I Conferência Nacional de Saúde Mental, um
documento que propunha a reformulação do modelo assistencial em saúde
mental, bem como a reorganização dos serviços de atendimento, destacando
como melhor forma de tratamento o atendimento extra-hospitalar e as
equipes multiprofissionais, com isso, iniciaram-se as discussões acerca
dos direitos de cidadania, bem como de legislação, em relação ao doente
mental (Saúde Mental, 2007).
Infelizmente, a forma tradicional, conhecida por muitos, de se “tratar” a
loucura, é caracterizada principalmente pelo asilamento e exclusão. Segundo Basaglia (1985), quando um sujeito portador de transtorno mental
é internado em uma dessas instituições psiquiátricas, perde seus
direitos e é submetido ao poder da instituição, fica, portanto, à mercê
dos delegados da sociedade, conhecidos como “médicos”, que o afastou e o
excluiu. Este modelo de tratamento serviu como uma forma de controle
social do Estado ao se tratar de trabalhadores que perdeu a capacidade
produtiva (Grunpeter, Costa, Mustafá, 2007). Surge daí a principal
critica a esse modelo de assistência, cuja representação surge por meio
ético, tanto no aspecto profissional quanto ao resgate dos direitos
humanos aos sujeitos mentalmente doentes, muitos destes, resultado de
sua própria sociedade.
Para Basaglia
(1985) a psiquiatria foi uma técnica altamente repressiva, que o Estado
sempre usou para oprimir os pobres e doentes, aqueles que não
produziriam mais lucros para a sociedade, fortalecendo assim, a ideia de
que essa questão sempre esteve fortemente vinculada à lógica do
capitalismo, se o sujeito não produz, ele não “serve”, e o que deve
fazer é exclui-lo da sociedade, o modo de exclusão pouco importa, desde
que ele não interfira no progresso do Estado.
Baseando-se nas terríveis formas de tratamento as quais os mentalmente
doentes (rótulo usado para camuflar a ideia de que só quem produzia
podia ser considerado saudável) foi que surgiu a luta pelas mudanças no
modelo de assistência, cujo objetivo principal era a substituição do
modelo asilar por uma rede de serviços territoriais (Grunpeter, Costa,
Mustafá, 2007).
Acerca de um ano o
programa Conexão Repórter havia recebido denuncias de que o Hospital
Psiquiátrico Vera Cruz, de Sorocaba-SP, estava tratando seus internos
sobre condições precárias e desumanas. Partindo disso, o programa
realizou um documentário que mostrou os bastidores desse local
caracterizado por abandono e violência.
Durante duas semanas um produtor do Conexão Repórter, disfarçou-se de
funcionário do hospital para mostrar a realidade dos pacientes que por
lá foram esquecidos. Algum tempo depois, Roberto Cabrini (apresentador),
também visitou o local e entrevistou alguns dos pacientes, presenciando
imagens fortes e inacreditáveis.
Possivelmente não conseguirei transcrever tão bem as sensações que me
ocorreram durante a exibição da reportagem, tamanhas eram elas. De
inicio é revoltante, falo não somente como profissional da saúde, porque
antes disso sou um ser humano. Não há descrição melhor para os
sentimentos do que: Negativos. Em nenhum momento se sente aquela “coisa”
mágica chamada esperança, de que algo ali se transforme. Não por
pessimismo, mas pelas condições dadas aqueles esquecidos. Se hora a
revolta batia no peito, por outro lado a tristeza transbordava aos
olhos.
Constantemente o repórter
fazia a seguinte pergunta para os funcionários do hospital: “É normal
esse tipo de tratamento?” “Você acha isso normal?”. A reposta,
acreditem, foi a mais inacreditável de todas: “Sim, é normal”. Daí me
surgiu uma dúvida: pesquisei no dicionário o conceito de Normal, pois
até onde eu sabia o que ali era retratado não tinha nada de normal.
Então, eis que achei: “De acordo com a norma, com a regra; comum”.
Cheguei à conclusão de que para eles o normal havia se confundido com o
comodismo, uma vez que não encontrei uma explicação melhor para a
situação, estão tão acomodados e preocupados com suas próprias vidas que
aquela situação precária e desumana havia se tornado normal aos seus
olhos. O que é contraditório, já que para a própria sociedade
normalidade é tudo aquilo que segue dentro da razão, ou que está de
acordo com as normas e princípios regidos por ela. Bom, sendo assim, o
que de razão tem essa forma de tratamento? Nenhuma, julgo eu.
Roberto Cabrini também exaltou o tipo de tratamento: “Como é possível
que o ser humano se recupere nessas condições?” Simples, eles não se
recuperam. Ao contrário, estão cada vez mais doentes, fracos e
esquecidos. Os pacientes vivem em estado de medo em consequência das
constantes agressões (pacientes contra pacientes, funcionários contra
pacientes), falta saúde, falta motivação, morrem de frio (literalmente,
pois estão sempre nus e não têm sequer cobertor para que os protejam),
não se alimentam adequadamente (se há comidas são indigeríveis). A falta
de higienização agride a quem vive lá e aos que visitam o local. Só
existe um único momento em que parece que as coisas vão se resolver,
quando o hospital recebe a noticia da visita da fiscalização, digo
“parece” porque é só isso mesmo, é só uma maquiagem que sairá facilmente
com água após alguns dias. De acordo com o Ministério da Saúde, existem
no Brasil 59 hospitais psiquiátricos públicos funcionando seguindo o
modelo antigo de tratamento manicomial, e mais 160 credenciados pelo
SUS, são aproximadamente 32.735 leitos nos hospitais públicos. Apesar
dos avanços legislativos no que diz respeito ao campo da saúde mental, a
cultura de violência e da violação dos Direitos Humanos ainda é marca
constante nos hospitais em funcionamento, um deles é o Hospital
Psiquiátrico de Vera Cruz, alvo de muitas denúncias sobre maus-tratos e
descaso.
“É comum a fuga de
pacientes”. O que se esperar de um local como este? Que os doentes
aceitem ficar por lá? Sendo tratados como escravos (realizando tarefas
perigosas e que não cabem a eles realizarem) e - com o perdão da palavra
- como lixos? A fuga é consequência do tratamento que eles recebem,
qualquer lugar seria melhor do que aquele em que vivem.
Confesso que assisti a reportagem duas vezes, e nas duas vezes a reação
foi a mesma, diria até que na segunda vez fiquei ainda mais indignada
com a situação daqueles pacientes. É, realmente, de cortar o coração.
Os funcionários que trabalham no hospital se recusavam a responder as perguntas feitas pelo repórter, mas mostravam o constrangimento e a decepção de se trabalhar num local como aquele. “Você traria seu pai para um lugar como este?” “Não, porque não é certo o tratamento que eles recebem”. Mas continuam mantendo-se calados diante de tamanha agressão aos direitos do próximo, continuam silenciando os fatos terríveis que acontecem dia após dia. Usam como “desculpa” que necessitam do trabalho e por isso não podem falar nada. É triste saber que os direitos de igualdade foram jogados para debaixo do tapete - ninguém viu, ninguém sabe -. Isso pesa mais ao saber que são pessoas que juraram cuidar do próximo e presar pela vida dos que mais precisavam. Juramentos em falso prejudicando mais de uma vida.
“Como é
possível um ser humano ser tratado dessa forma?” Foi a última pergunta
que o produtor, que passou duas semanas no hospital, se fez ao final do
seu trabalho. E espero que seja essa a pergunta que as pessoas que
tenham assistido ou que tenham acesso a esse texto se façam e revejam
seus conceitos de cuidado e direitos iguais. Porque eu não saberia dizer
se existe um único culpado para toda essa realidade, o que posso
realmente dizer é que somos nós quem, ainda, pode fazer algo para que
essa realidade seja transformada e que o modelo de assistência elaborado
pela I Conferência Nacional de Saúde Mental seja cada vez mais
valorizado e torne-se uma pratica constante.
Referências:
BASAGLIA, Franco. A instituição negada. Rio de Janeiro: Graal, 1985.
Conexão Repórter: A casa dos esquecidos. Disponível em: http://www.sbt.com.br/conexaoreporter/ Acesso em 25 de Jan. de 2013.
Dicionário Online de Português: http://www.dicio.com.br/normal/
GRUNPETER, P. V, COSTA, T, C, R, MUSTAFÁ, M. A. M. O Movimento Da Luta
Antimanicomial No Brasil E Os Direitos Humanos Dos Portadores De
Transtornos Mentais. Anais do II Seminário Nacional Movimentos Sociais, Participação e Democracia. 25 a 27 de abril de 2007, UFSC, Florianópolis, Brasil.
Reforma Psiquiátrica. Disponível em; http://oglobo.globo.com/politica/dez-anos-apos-reforma-psiquiatrica-brasil-ainda-tem-instituicoes-publicas-funcionando-no-modelo-de-antigos-manicomios-2760053#ixzz2J0GfJ16r . Acesso em 25 de Jan. de 2013.
SAÚDE MENTAL. 18 de Maio: Dias de Lutas. Disponível em: http://saudementales.wordpress.com/. Acesso em 25 de jan. 2013.
FONTE: http://ulbra-to.br/
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MENINOS...

"Que nenhum menino seja coagido pelo pai a ter a primeira relação sexual da vida dele com uma prostituta (isso ainda acontece muito nos interiores do Brasil!)
Que nenhum menino seja exposto à pornografia precocemente para estimular sua “macheza” quando o que ele quer ver é só desenho animado infantil (isso acontece em todo lugar!)
Que ele possa aprender a dançar livremente, sem que lhe digam que isso é coisa de menina
Que ele possa chorar quando se sentir emocionado, e que não lhe digam que isso é coisa de menina
Que não lhe ensinem a ser cavalheiro, mas educado e solidário, com meninas e com os outros meninos também
Que ele aprenda a não se sentir inferior quando uma menina for melhor que ele em alguma habilidade específica – já que ele entende que homens e mulheres são igualmente capazes intelectualmente e não é vergonha nenhuma perder para uma menina em alguma coisa
Que ele aprenda a cozinhar, lavar prato, limpar o chão para quando tiver sua casa poder dividir as tarefas com sua mulher – e também ensinar isso aos seus filhos e filhasNa adolescência, que não lhe estimulem a ser agressivo na paquera, a puxar as meninas pelo braço ou cabelos nas boates, ou a falar obscenidades no ouvido de uma garota só porque ela está de minisaia
Que ele não tenha que transar com qualquer mulher que queira transar com ele, que se sinta livre para negar quando não estiver a fim – sem pressão dos amigos
Que ele possa sonhar com casar e ser pai, sem ser criticado por isso. E, quando adulto, que possa decidir com sua mulher quem é que vai ficar mais tempo em casa – sem a prerrogativa de que ele é obrigado a prover o sustento e ela é que tem que cuidar da cria
Que, ao longo do seu crescimento, se ele perceber que ama meninos e não meninas, que ele sinta confiança na mãe – e também no pai! – para falar com eles sobre isso e ser compreendido
Que todo menino seja educado para ser um cara legal, um ser humano livre e com profundo respeito pelos outros. E não um machão insensível! Acredito que se todos os meninos forem criados assim eles se tornarão homens mais felizes".
Silvia Amélia de Araújo
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terça-feira, 12 de março de 2013
CENTRAL DE INTÉRPRETES PASSA POR ADEQUAÇÕES

De
acordo com o Censo 2010, o Ceará possui cerca de dois milhões de
pessoas com deficiência, 6,23% deste total declaram-se surdas. Em
Fortaleza, desde 2010, a Central Municipal de Intérpretes e Instrutores
da Libras (Cemil) tem a missão de promover acessibilidade na comunicação
entre surdos e ouvintes. O equipamento está paralisado e aguarda novas
instalações para voltar a funcionar até junho.
O
motivo para o recesso nas atividades seria a adequação da unidade
municipal às Centrais de Interpretação de Libras (CIL), do Governo
Federal. De acordo com o titular da Coordenadoria de Pessoas com
Deficiência (Copedef), Chauzer Fontele, kits unitários foram entregues,
em fevereiro, pela ministra da Secretaria de Direitos Humanos da
República, Maria do Rosário. O Estado recebeu três kit formados por
mobília, computadores, softwares e um automóvel, cada. Um dos kits
ficará na Capital, enquanto os outros foram direcionados para Sobral e
Região Norte. Todas as unidades têm o prazo de 120 dias para
adequarem-se à CIL, a partir da data de assinatura do termo.
As
inovações estão inclusas no programa nacional Viver Sem Limite – Plano
Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, um conjunto de ações de
políticas públicas que visa priorizar o acesso à educação, inclusão
social, atenção à saúde e acessibilidade para a comunidade deficiente.
“Estamos trabalhando para melhorar nosso atendimento. Vamos criar um
modelo bem melhor, porque a Cemil é de grande importância para a
inclusão de pessoas surdas nos órgãos municipais. Os familiares também
podem participar através dos cursos e, hoje, a sociedade tem uma real
necessidade de ter conhecimento em Libras”, considerou o coordenador.
Hoje, o mercado de intérprete está muito
favorável, pois os surdos estão mais abertos a reivindicar seus direitos
de ter um intérprete em órgãos públicos.
O novo projeto da Cemil representa um avanço sobre o atendimento
às expectativas dos deficientes auditivos. O que a Central irá adotar
será o sonho de toda comunidade surda que não pode pagar intérpretes
particulares para os acompanharem em instituições que são públicas.
Ressalta-se, ainda, a importância em investimentos como a aproximação da
Copa do Mundo em 2014 e a necessidade de se comunicar através da Língua
Internacional de Sinais, chamada Gestuno.
FORMAÇÃO
Também pensando na capacitação de novos intérpretes, o diretor Carlos Segundo, da Escola Estadual de Educação Profissional Joaquim Nogueira, adotou em sua instituição uma turma especial de 15 surdos e 15 ouvintes com o desafio de, em 2013, formar 15 técnicos intérpretes de Libras. Para ele, são poucas as oportunidades de inclusão educacional para surdos, e com esta turma, pode contribuir para a convivência dos surdos, além de credenciar os ouvintes a trabalharem como tradutores e intérpretes.
Também pensando na capacitação de novos intérpretes, o diretor Carlos Segundo, da Escola Estadual de Educação Profissional Joaquim Nogueira, adotou em sua instituição uma turma especial de 15 surdos e 15 ouvintes com o desafio de, em 2013, formar 15 técnicos intérpretes de Libras. Para ele, são poucas as oportunidades de inclusão educacional para surdos, e com esta turma, pode contribuir para a convivência dos surdos, além de credenciar os ouvintes a trabalharem como tradutores e intérpretes.
FONTE: http://www.oestadoce.com.br/
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TRISTEZA SAUDÁVEL

APRESENTO-LHES ALGUMAS MANEIRAS DE EXPERIMENTAR A TRISTEZA DE UMA MANEIRA SAUDÁVEL E PERMITIR QUE ESTA EMOÇÃO SEJA VANTAJOSA NA SUA VIDA:
Permita-se estar/ficar triste. Negar tais sentimentos pode forçá-lo ao recalcamento, fazendo com que numa fase posterior a sua força se faça sentir provocando mais dano. Chore se você sentir essa necessidade. Provavelmente irá sentir alívio depois de chorar.
Se você se sentir triste, aceite estar triste durante algumas horas ou um dia. Use a sua tristeza para fazer uma introspeção, decida ficar sozinho, ouvir música melancólica, e observar os seus pensamentos e sentimentos. Planejar um determinado tempo para expressar a sua infelicidade temporária, pode ajudá-lo a sair desse estado.
Pense no contexto em que emergem esses sentimentos de tristeza. São relacionados a uma perda ou a um evento infeliz? Geralmente não é tão simples como descobrir a “causa ” da tristeza, mas talvez seja possível compreender os fatores envolvidos.
A tristeza pode ser resultado de uma mudança que você não esperava, ou pode sinalizar a necessidade de uma mudança na sua vida. A mudança geralmente é estressante, mas é necessário para o nosso crescimento.
E é muito importante saber que: "Estar temporariamente triste não é depressão. A depressão é diferente de tristeza."
Abraço,
Marina Sorrentino
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ONU PREMIA SOFTWARE BRASILEIRO QUE TRADUZ PORTUGUÊS PARA LIBRAS
São comuns os aplicativos na internet que fazem tradução entre
diferentes idiomas. A novidade é uma ferramenta digital que transforma
textos, imagens e arquivos de áudio em uma língua especial: sinais para
surdos. O programa foi desenvolvido por três alagoanos e acaba de
receber um importante prêmio internacional. O “Mãos que Falam” venceu o
World Summit Award Mobile (WSA-Mobile), uma competição bienal promovida
pelas Nações Unidas e parceiros. Representantes de 100 países
participaram da disputa que escolheu 40 finalistas em oito categorias.
Hugo, o avatar do aplicativo que usa as mãos para conversar com os
usuários, levou para casa o prêmio da categoria Inclusão.
O personagem funciona como interface para traduzir conteúdos digitais
em Libras, a Linguagem Brasileira de Sinais. “Esta é a primeira língua
que os surdos aprendem, só depois vem o português”, explica o Diretor
Executivo do projeto, Ronaldo Tenório, um dos três idealizadores do Mãos
que Falam.Segundo ele, ainda existe um percentual elevado de surdos que
não entende bem português e que, por diferentes motivos, abandonou a
escola sem uma alfabetização completa. O programa pretende facilitar a
compreensão.
O software reconhece as palavras de uma mensagem de texto, por
exemplo, e o personagem Hugo interpreta o significado em Libras. O
caminho inverso – a possibilidade de responder em libras que seriam
convertidas em texto – faz parte dos planos para uma segunda etapa do
projeto. Os cuidados agora estão em aperfeiçoar os códigos que funcionam
como cérebro do avatar: quanto mais for usado, mais precisas se tornam
as traduções.
O personagem Hugo traduz textos, videos e sons para a Linguagem Brasileira de Sinais
Hugo também ajuda na interpretação de imagens que tenham texto, como a
capa de um jornal. O usuário fotografa a página e a imagem é varrida
pelo programa em busca de caracteres. Um sistema de reconhecimento lê o
conteúdo, que é traduzido em gestos. Tenório diz que a mesma ferramenta
poderia ajudar na leitura de placas de informação.
“Queremos fazer com que o surdo entenda conteúdos e tenha acesso ao conhecimento”, afirma.
Acesso gratuito
Além disso, Tenório trabalha ao lado de Carlos Wanderlan, Tadeu Luz –
idealizadores do programa – e uma equipe de mais 20 pessoas para deixar
tudo pronto para o lançamento oficial dos aplicativos para celular. A
previsão é que o software possa ser baixado em smartphones com
diferentes sistemas operacionais no segundo semestre deste ano. Por
hora, a empresa comercializa licenças da versão web do programa, que
pode ser instalada em qualquer site para torná-lo acessível a quem
depende dos sinais.
Tenório explica que essas licenças são comercializadas, mas o usuário
final não paga pelo serviço. “Entendemos que o surdo não precisa pagar
para ter acesso a informação, e os aplicativos para celulares também
serão gratuitos”, antecipa.
A premiação internacional – que se seguiu a outras conquistas locais –
alavancou a empresa, e hoje o que era apenas uma ideia se transformou
na fonte de renda dos jovens empreendedores.
O destaque internacional deve render também novas parcerias. Por
hora, Hugo não entende outras línguas, mas pode aprendê-las no futuro. A
sutileza no conjunto de gestos usados em cada país dificulta o
trabalho, mas a empresa conta com consultores especiais: cinco surdos
participam da equipe de desenvolvimento, e associações de deficientes
auditivos de todo o país contribuem nos ajustes do personagem. Existem
diferenças nos sinais de uma região para outra, e a equipe de
desenvolvedores quer deixar o programa capaz de funcionar bem em todo o
país. “Podemos dizer que até mesmo na Libras existe um sotaque”.
Autora: Ivana Ebel
Revisão: Rafael Plaisant Roldão
Leia mais em www.dw.de/brasil
Revisão: Rafael Plaisant Roldão
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MANIFESTO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE GENÉTICA SOBRE AS BASES GENÉTICAS DA ORIENTAÇÃO SEXUAL
FONTE: http://sbg.org.br
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MENINA DE 4 ANOS ESCREVE PARA DEUS SOBRE A MORTE DE SUA CACHORRA

Abbey, nossa cadelinha de 14 anos morreu no mês passado. No dia seguinte a seu falecimento, minha filha de 4 anos, Meredith, chorava e comentava sobre a saudade que sentia de Abbey. Ela perguntou se poderia escrever uma carta para Deus para que, assim que Abbey chegasse ao céu, Deus a reconhecesse. Eu concordei, e ela ditou as seguintes palavras:
Querido Deus,
O Senhor poderia tomar conta da minha cadela? Ela morreu ontem e está ai no céu com o Senhor. Estou com muitas saudades dela. Fico feliz porque o Senhor deixou ela comigo mesmo que ela tenha ficado doente. Espero que o Senhor brinque com ela.Ela gosta de nadar e de jogar bola. Estou mandando uma foto dela para que assim que a veja, o Senhor saberá logo que é a minha cadela. Eu sinto muita saudade dela.
Meredith
Pusemos num envelope a carta com uma foto de Abbey com Meredith e a endereçamos: Deus - Endereço: Céu. Também pusemos nosso endereço como remetente. Então Meredith colou um monte de selos na frente do envelope, pois ela disse que precisaria de muitos selos para a carta chegar até o céu. Naquela tarde ela colocou a carta numa caixa do correio.
Recebi (provalvamente de alguém do serviços do correio) um pacote embalado num papel dourado em nossa casa, endereçado a Meredith numa caligrafia desconhecida. Dentro havia um livro escrito por Mr. Rogers, intitulado "Quando um animal de estimação morre". Colada na capa interna do livro estava a carta de Meredith. Na outra página, estava a foto das duas com o seguinte bilhete:
Querida Meredith,
A Abbey chegou bem ao céu. A foto ajudou muito e eu a reconheci imediatamente.
Abbey não está mais doente. O espírito dela está aqui comigo assim como está no seu coração. Ela adorou ter sido seu animal de estimação. Como não precisamos de nossos corpos no céu, não tenho bolso para guardar a sua foto. Assim, a estou devolvendo dentro do livro para você guardar como uma lembrança da Abbey. Obrigado por sua linda carta e agradeça a sua mãe por tê-la ajudado a escrevê-la e a enviá-la pra mim. Que mãe maravilhosa você tem!! Eu a escolhi especialmente pra você. Eu envio minhas bençãos todos os dias e lembro que amo muito vocês. A propósito, sou fácil de encontrar: estou em todos os lugares onde exista amor.
Com amor,
Deus
"Deixai vir a mim os pequeninos, pois deles é o Reino dos céus." (Jesus)
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